Atualidades

  • Postado por editora em Atualidades, Eventos em 18/04/2013 - 15:38

     

    Com o país destacado entre as oito maiores economias do mundo e com baixo risco de crédito no investimento em títulos nacionais, o conhecimento do mercado de capitais assume uma crescente importância com a procura por alternativas que gerem retornos maiores que as aplicações tradicionais e que possibilitem que os investidores alcancem, no longo prazo, melhores recursos para usufruírem futuramente.

     

    Como ferramenta essencial para o crescimento e desenvolvimento das economias modernas, através do mercado de capitais qualquer investidor (pequeno, médio ou grande) pode emprestar dinheiro para empresas, com taxa de remuneração, ou tornar-se sócio através da compra de ações, recebendo dividendos anuais e a valorização do capital investido.

    No acordo de cooperação firmado entre a Direito GV e Fondazione Bruno Visentin, da Itália, está previsto o desenvolvimento de uma série de pesquisas no âmbito econômico e jurídico, a começar por um amplo estudo sobre as convergências e divergências da regulação do mercado de capitais brasileiro.

    No seminário “A Regulamentação do mercado de capitais no Brasil e na Itália: uma análise internacional comparada”, que acontecerá naquele país nos dias 19 e 20 de abril, as duas instituições abordarão as principais definições do mercado de capitais entre vários outros temas relacionados. Mais informações sobre esse seminário podem ser acessadas por aqui.

    O livro ‘Mercado de capitais’, da série CADEMP, pode ser uma ótima alterativa para auxiliar os interessados a descobrirem as inúmeras possibilidades de investimentos e os riscos associados no mercado de capitais.

  • Postado por editora em Atualidades, Eventos em 16/04/2013 - 14:12

     

    Em discussão há três anos no plenário, o projeto do Marco Civil da Internet pretende estabelecer regras, direitos e deveres no ambiente virtual brasileiro.

    Considerado uma espécie de “Constituição da internet", o texto estabelece os conceitos básicos da navegação aonde se apoiarão projetos e leis futuras sobre o mundo digital.

    A liberdade de expressão, a proteção da privacidade e dos dados pessoais dos usuários e o estabelecimento da neutralidade da rede são princípios básicos da internet previstos nesse projeto, mas a atuação dos provedores de acesso na guarda dos logs (dados de conexão do usuário, que incluem endereço IP, data e hora do início e término da conexão) por um ano, também está prevista para o auxilio na identificação dos usuários que cometam algum tipo de crime virtual.

    ‘A neutralidade de rede como princípio garantidor da livre concorrência e circulação de ideias’ e ‘A responsabilidade dos provedores de aplicação de Internet e o sistema notice and take down’ serão os principais assuntos abordados no Seminário organizado pela FGV Direito Rio amanhã, 17/4, em Brasília.

    A entrada no evento é franca e as vagas são limitadas.

    Saiba mais em http://direitorio.fgv.br/seminario-marco-civil-da-internet.

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  • Postado por editora em Atualidades em 10/04/2013 - 15:04

    Durante a realização da próxima cúpula dos Brics, que acontecerá na Rússia no mês de setembro, o Brasil deverá apresentar sua pauta para a reunião seguinte e, conforme avaliação do coordenador da Escola de Ciências Sociais da FGV, Oliver Stuenkel, esta será uma grande oportunidade de mostrar quais são os temas que importam ao país.

    Uma das maiores dificuldades para o bloco avançar geopoliticamente é exatamente o encontro de uma agenda que reúna os diversos interesses dos países que o compõe e, além deste obstáculo, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul ainda não tem potencial para criar uma multipolaridade econômica exigida principalmente após a crise de 2008.

    De acordo com Guilherme Casarões, professor de Relações Internacionais da FGV, "Ainda é cedo para dizer qual o tipo de caráter que o bloco pode ter. De qualquer modo, ainda falta a definição de uma agenda mais sólida e duradoura. O caráter diverso entre si de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul é justamente a maior dificuldade de congregação dos interesses".

    Para entender melhor a composição desse bloco e sua estratégia de política externa e o posicionamento do Brasil como o B de Brics, indicamos os títulos “Os Brics e a ordem global”, da coleção FGV de bolso e “Democracia, mercado e estado: o B de Brics”, disponíveis nos formatos impresso e eBook no site da Editora FGV.

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  • Postado por editora em Atualidades em 08/04/2013 - 15:04

    Continuando a atualização do vocabulário corporativo, listamos mais alguns verbetes que vão "empoderar" seu dia a dia no ambiente de trabalho.

    PARTE II - Inglês com português

    Pipeline (oleoduto) - processo seletivo na escolha de um profissional ou empresa para investir;

    Reason why (razão de ser) - termo usado para indicar o motivo de uma campanha publicitária e justificar suas promessas;

    Supply chain (cadeia de suprimentos) - fornecedores de um produto ou serviço;

    Talent manager (gerente de talentos) - profissional do setor de RH;

    To-dos ("terminar os to-dos") - terminar as tarefas;

    Top-down (de cima para baixo) - decisão dos líderes que muda o cotidiano dos colaboradores;

    Turnover (giro) - termo usado pelo setor de RH para designar a troca de funcionários;

    User-generated content (conteúdo criado por usuários) - produtos ou serviços desenvolvidos a partir de ideias declientes

    Fonte dos verbetes: Folha de São Paulo

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  • Postado por editora em Atualidades em 01/04/2013 - 18:36

    Em ambientes atualmente formados por líderes e colaboradores, e não mais por chefes e empregados, a aplicação de palavras com novos conceitos, além do emprego de neologismos e anglicismos, é cada vez mais popular.

    Herméticas ou não, essas expressões tomam conta do diálogo no mundo corporativo e “experenciar” essa tendência pode ser bastante interessante e até tornar-se um diferencial para inclusão no mercado de profissionais entendedores desses jargões.

    Para atualizar o vocabulário corporativo dos interessados, separamos alguns verbetes da moda que podem resolver alguns “pains” no cotidiano.

    PARTE I – Inglês com português (em breve, mais verbetes)

      Advocate (defensor de uma causa) -  consumidores que gostam de uma marca e a promovem;

    Assessment (avaliação)  - no mercado de RH, o termo é usado para se referir ao processo em que os recrutadores conferem características dos candidatos a uma vaga;

    Benchmark (referência) -  ver o que outras empresas fazem para copiar ou adaptar;

    Biz dev (business developer) - desenvolvedor de negócios;

    Bottom-up (de baixo para cima) -  mudança que ocorre por ação de trabalhadores de nível hierárquico menor;

    CRM - Customer Relashionship Management (gestão de relacionamento com o cliente) - uso de informações sobre o consumidor para ofertas específicas;

    Engajar o sponsor (engajar o patrocinador) -  fazer com que o anunciante ou investidor da ação publicitária se entusiasme pela ideia;

    Learnings (“quais foram os learnings?”) -  aprendizados gerados por uma situação;

    Pains (“resolver os pains do consumidor”) - apresentar solução para um problema;

    Fonte dos verbetes: Folha de São Paulo

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  • Postado por editora em Atualidades em 27/03/2013 - 18:43

    Pesquisa realizada pela Netquest e o comparador de preços Kuantocusta revelou que compras online são mais conscientes que as feitas em lojas físicas.

    A intenção desse estudo foi traçar o perfil dos e-consumidores.

    De acordo com 61% dos 1081 entrevistados, a abordagem dos vendedores muitas vezes estimula compras por impulso. 57% deles ainda afirmaram se sentir pressionados com essas abordagens.

    Para o grupo, essas compras por impulso foram registradas com uma frequência de 32% no processo presencial, enquanto no online ficou em 24%.

    Quando questionados sobre a última vez que se arrependeram de uma compra, apenas 28% confirmaram que foi numa aquisição através de e-commerce, enquanto 43% dos entrevistados afirmaram ter sido em lojas físicas (29% não recordaram).

    A pesquisa também apontou que 73% das pessoas não estão acompanhadas em suas compras online, mas ainda assim se sentem mais seguras, já que possuem acesso a informações importantes sobre o produto em consultas na própria internet.

     

  • Postado por editora em Atualidades em 21/03/2013 - 14:02

    “Em 21 de julho de 1914, um combinado de jogadores pisou o relvado do Estádio das Laranjeiras para enfrentar a equipe inglesa do Exeter City e realizar aquela que seria consensualmente identificada como a primeira partida oficial da seleção brasileira.”

    Há quase 100 anos não era possível imaginar que o futebol se tornaria o esporte mais popular do Brasil, ganhando um “status de referencial de práticas e representações para grande parte da    população”, e que a seleção canarinho seria reconhecida mundialmente como a maior representante dessa modalidade esportiva.

    Essa relação apaixonada com futebol e a seleção nacional já é objeto de diferentes estudos desde a década de 1930, mas o olhar voltado à compreensão entre as relações institucionais e as interações com os universos cultural e político, desde o início da peleja até a conquista do Tri, é abordado de forma especial pelo historiador Carlos Eduardo Sarmento, em sua última publicação.

    Esses 56 anos de bola rolando são apresentados no livro “A construção da Nação Canarinho: Uma história institucional da seleção brasileira de futebol, 1914-1970”, lançado hoje, postumamente, no site da Editora FGV.

     

    Carlos Eduardo Sarmento faleceu em 16/03/2013.

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  • Postado por editora em Atualidades em 13/03/2013 - 17:55

    “Mi casa es tu casa”! Parece que esta é a nova ordem para um número cada vez maior de jovens consumidores da América Latina preocupados com um consumo mais consciente.

    A preferência por marcas socialmente engajadas é uma tendência que vem conquistando esses consumidores dispostos a apoiar empresas atentas às desigualdades sociais, e que ofereçam ao seu público a oportunidade de cada um fazer sua parte na solução dos problemas da sociedade.

    Nessa espécie de ação conjunta, que não se preocupa apenas com o consumo desenfreado, empresas e clientes estão unidos por um bem maior, com ações especiais que priorizam o bem-estar social através doações e, principalmente, do engajamento pessoal em atividades diferenciadas, como mutirões de limpeza e conservação de áreas urbanas, construção de casas e várias outras formas de voluntariado.

    De acordo com reportagem publicada pela revista Exame, alguns fatores impulsionam a nova classe de consumidores em direção a essa tendência, como:

    ? Maior poder econômico, político e de acesso à tecnologia;

    ? Ascensão da classe média ;

    ? Mais acesso à informação (e de qualidade), principalmente online;

    ? Maturidade e consciência na escolha das marcas.

     

    Através de ações sinceras e com um pouco de ousadia é possível transformar sua marca, acompanhar essa tendência e atrair seguidores.

    Os livros ‘Responsabilidade social empresarial: teoria e prática’ e ‘Gestão social: metodologia, casos e práticas’, podem ser boas ferramentas nessa mudança.

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  • Postado por editora em Atualidades em 11/03/2013 - 17:07

    Se você tem uma ideia inovadora, esse é o momento de tirá-la do papel.

    De acordo com um levantamento anual feito pela FGV, 70% dos empreendedores começam a empresa porque identificam uma oportunidade de negócio e não por necessidade.

    Essa mesma pesquisa ainda aponta que os jovens foram os grandes responsáveis pelo crescimento de 44% na taxa de empreendedorismo no Brasil nos últimos dez anos.

    Conhecimento, informação e maior nível de escolaridade são os principais diferenciais dessa nova geração de chefes, que cada vez mais preferem iniciar um novo negócio a ter um bom emprego formal.

    Para auxiliar os que se identificaram com esse grupo que vem fazendo a diferença na economia brasileira, recomendamos Empreendedorismo e desenvolvimento de novos negócios, livro que aborda de forma prática as principais necessidades e atribuições de um novo empreendedor. Com 140 páginas, a publicação custa R$27 e faz parte da Série Gestão estratégica e econômica de negócios.

  • Postado por editora em Atualidades em 07/03/2013 - 18:26

    Desde a semana passada os bancos oferecem, para quem já entregou a declaração do IR deste ano, a oportunidade de antecipar o valor da restituição, com juros que variam de 1,59% a 2,20% ao mês. O serviço está disponível no banco que o correntista indicou para o depósito da sua restituição.

    O adiantamento pode ser uma boa alternativa para saldar dívidas, mas os especialistas alertam que esse tipo de empréstimo deve ser usado apenas para substituir outros que cobram juros maiores.

    Em entrevista ao Diário de S.Paulo, o economista da FGV Samy Dana comenta sobre a importância de “comparar a taxa dessa modalidade e das linhas tradicionais, como o consignado e o empréstimo pessoal”.

    Os interessados também devem levar em conta o fato de que quanto mais tempo a restituição demorar a ser liberada, mais juros serão pagos.

    Se você pensa em contrarar esse serviço, vale a pena declarar o IR  logo, pra receber a devolução mais cedo.

     

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