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  • Postado por editora em Destaques em 23/02/2015 - 12:25

    De acordo com a Microsoft, "o Excel é um software que permite criar tabelas e calcular e analisar dados. Este tipo de software é chamado de software de planilha eletrônica. O Excel permite criar tabelas que calculam automaticamente os totais de valores numéricos inseridos, imprimir tabelas em layouts organizados e criar gráficos simples."

    Mas como utilizá-lo na prática? A resposta para esta pergunta parte da Editora FGV com a publicação do livro Excel na prática, dos professores Fernando de Souza Meirelles e Jaci Corrêa Leite.

    O livro é uma evolução de diversos textos didáticos inicialmente publicados pelo NPP – Núcleo de Pesquisas e Publicações da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da FGV, que vinham sendo utilizados há mais de 25 anos nos cursos de graduação, pós graduação e no Programa de Educação Continuada para executivos da FGV. Nas versões anteriores, em formato diferente da obra que agora lançamos, ele foi utilizado por dezenas de milhares de estudantes.

    O livro começa com os conceitos básicos, ilustrando os primeiros passos com o Excel. Em seguida, aborda o valor da quantificação e dos modelos, para então iniciar a primeira aplicação prática, utilizando um exemplo simples para descrever e aplicar os recursos de construção de modelos.

    Na sequência, uma nova aplicação de previsão de lucro conduz o uso, na prática, de novos recursos, que vão sendo ampliados em uma sequencia didática que, aos poucos, percorre a estrutura de planilha e mostra como construí-la, usando funções e gráficos.

    O tema banco de dados em planilhas e os conceitos básicos de otimização e de automação de processamento são percorridos na obra, que ainda traz mais informações sobre o desenvolvimento de modelos e aborda o uso, a evolução e as tendências das planilhas.

    Exercícios e suas respostas constam nos dois últimos capítulos, que também estão disponíveis no endereço fgv.br/cia/excel.

    Confira alguns comentários dos autores sobre a obra:

    "O conteúdo [do livro] está estruturado de forma a não exigir prévia familiaridade com o uso de

    computadores e de planilhas eletrônicas.

    Segue uma abordagem de aprendizado por meio da prática. Os conceitos e recursos do software

    são progressivamente apresentados e explorados a partir de exemplos,

    por meio do desenvolvimento de planilhas que exemplificam aplicações típicas de situações

    vividas no dia a dia.

    Em pouco tempo, o treinando estará habilitado a estruturar e analisar problemas, construir planilhas e

    gráficos, empregar funções, recursos de edição e de formatação, e trabalhar com bancos de dados.

    Em virtude do enfoque prático, este livro deve ser usado em conjunto com o computador.

    O texto pode ser utilizado como orientação para autoestudo

    ou como apoio a cursos regulares orientados pelo professor."

    Excel na prática

    R$69

     

  • Postado por editora em Atualidades em 13/02/2015 - 13:55

    A proteção jurídica dos animais: uma breve história está de volta em nosso blog com duas novidades: uma entrevista exclusiva com os autores e a versão digital do livro.

    Samylla Mól e Renato Venancio nos dão mais informações sobre a obra e suas análises sobre o tema e nós disponibilizamos o ebook em nosso site.

    Confira a entrevista e visite a página do livro.

     

    Qual a principal contribuição da obra para repercutir uma maior consciência social na defesa dos direitos dos animais?

    A conquista de direitos implica em dois momentos: o da formulação da lei e o de sua efetiva implementação. A ideia do livro foi justamente contribuir para popularizar a legislação existente, já formulada no congresso brasileiro e em assembleias estaduais. Procura-se, dessa maneira, estimular sua real implementação.  Além disso, o livro valoriza a abordagem histórica, mostra o processo de conquistas - senão de direitos, pelo menos de formas de proteção aos animais. Dessa maneira procura-se valorizar e estimular a participação coletiva nesse debate, bem como informar os leitores aos respeito da tutela jurídica já existente. Trazer o tema à tona - numa obra versando sobre proteção jurídica dos animais - representa mais uma voz, repetindo coletivamente que eles são dignos de real consideração.

     

    As leis atuais são suficientes, quando aplicadas, para a proteção dos animais? E essas leis são efetivamente cumpridas e facilmente acessadas pela população?

    Embora a Constituição Federal vigente vede práticas que submetam os animais à crueldade e a Lei de crimes ambientais tipifique como crime a conduta de maltratar animais, ainda há muito o que se legislar em termos de proteção aos animais no Brasil.  Não temos, por exemplo,  uma lei de âmbito nacional que proíba o uso de animais em circos e rodeios ou que vede que cavalos sejam explorados até a exaustão nos centros urbanos.

    Cabe, por sinal, sublinhar que a legislação brasileira avançou muito nas últimas décadas, principalmente após a Constituição de 1988. O livro, através de linguagem clara e objetiva, procura explicar quais são essas leis e a razão de elas existirem.

    Quanto maior for o conhecimento da população em relação à legislação de proteção aos animais, maior será a possibilidade de ela ser efetivamente cumprida, de ser acionada individualmente ou através das ONGs e protetores.

    Entretanto, muito mais do que leis, a reflexão da sociedade acerca da forma como os animais vêm sendo tratados desaguará numa postura mais ética em relação a eles e quanto mais se falar e escrever sobre o assunto mais mentes estarão envolvidas nesta reflexão. Esta é a motivação do livro.

     

    Historicamente, o Brasil (Governo e população) avançou sobre as questões e posturas que tratam dos direitos dos animais?

    Sim, no livro procura-se mostrar como desde o século XIX isso vem acontecendo. Um exemplo: há um século, as touradas eram populares no Brasil. No entanto, desde a década de 1920 elas foram proibidas. Por ocasião da Copa do Mundo de 1950, sob a alegação de que era necessário diversificar as opções turísticas, tentou-se legaliza-la. Porém, houve uma mobilização da sociedade e isso conseguiu impedir a aprovação deste projeto de lei. A proteção aos animais no Brasil é uma página da história das conquistas de nossa cidadania.

     

     

    A proteção jurídica dos animais: uma breve história

    Coleção FGV de Bolso

    Impresso: R$24

    Ebook: R$16

    Arquivos:
  • Postado por editora em Atualidades, Destques em 06/02/2015 - 11:52

    O projeto “Mais Justiça e Sociedade”, fruto de uma parceria do Centro de Justiça e Sociedade da FGV Direito Rio com a Fundação Ford, promoveu, entre os anos de 2010 e 2013, diversas pesquisas nas favelas do Cantagalo e do Vidigal, na Zona Sul do Rio de Janeiro, e em seis comunidades do Complexo do Alemão que integram a UPP Fazendinha (Palmeirinha, Vila Matinha, Casinhas, Parque Alvorada, Relicário e Morro das Palmeiras), na Zona Norte da cidade, com o objetivo de realizar um diagnóstico empírico da condição do exercício da cidadania nas favelas do Rio no que se refere a uma dimensão específica da cidadania, que é o acesso à justiça.

    Com base nos resultados destas pesquisas, a Editora FGV lança o livro Cidadania, justiça e "pacificação" em favelas cariocas, que apresenta um diagnóstico sobre a continuidade do déficit de cidadania dos moradores das favelas cariocas e suas demandas por justiça não atendidas — seja pela infraestrutura, urbanização e serviços precários que chegam até essas localidades, seja pela persistência dos estigmas da marginalidade social, ou, ainda, pelo desconhecimento de direitos e das instituições de garantias desses direitos.

    A obra, dividida em seis capítulos, busca retratar quem são os moradores das favelas estudadas, como eles negociam suas identidades e como percebem a sociabilidade nessas favelas. Traz também observações sobre a perspectiva dos moradores acerca dos aspectos positivos e negativos de viver nessas localidades e explora o repertório legal e a cultura jurídica desses cidadãos, bem como a percepção dos direitos humanos e em como eles se veem nesse discurso. O livro ainda comenta os aspectos do acesso à justiça entre os moradores das favelas estudadas, focando na dimensão da vivência e na percepção de seus moradores acerca dos aspectos positivos e negativos da convivência diária com a polícia bem como da política de pacificação.

    Diante da realidade demonstrada nessa pesquisa, a organizadora da obra registra que "embora as UPPs estejam cumprindo em alguma medida a promessa de devolver a paz aos moradores, trazendo maior previsibilidade ao cotidiano das favelas, ela tem gerado novos conflitos. E no que se refere a propiciar o exercício pleno da cidadania, ainda há um longo caminho a ser percorrido."

    Vale lembrar que esse mesmo projeto, quando as pesquisas estiveram limitadas às duas primeiras favelas relacionadas, deram origem ao livro UPPs, direitos e justiça: um estudo de caso das favelas do Vidigal e do Cantagalo, publicado por nós em 2012.

    Confira as duas obras.

     

     

    Cidadania, justiça e "pacificação" em favelas cariocas

    Organização: Fabiana Luci De Oliveira

    R$45

     

     

     

     

     

     

    UPPs, direitos e justiça: um estudo de casos das favelas do Vidigal e do Cantagalo

    Organização: Fabiana Luci De Oliveira

    R$56

  • Postado por editora em Atualidades em 30/01/2015 - 18:47

    É conhecida a importância intelectual e acadêmica que Gilberto Velho, eminente cientista social brasileiro, teve no seu país. Mas também é notável a influência singular que, ao longo das últimas décadas, teve nas ciências sociais em Portugal.

    A relevância da obra e da atuação do antropólogo no meio acadêmico dos dois países contribui para o desenvolvimento da sociologia e da antropologia urbana em língua portuguesa - incentivando formas abertas de diálogo interdisciplinar, literário e artístico no seio dos estudos urbanos - e para a aproximação dos intelectuais brasileiros e portugueses, abrindo espaço para uma intensa troca de ideias e impressões pessoais.

    No ano em que Gilberto Velho completaria 70 anos de vida, os professores Celso Castro (Brasil) e Graça Índias Cordeiro (Portugal) lançam a obra Mundos em mediação: ensaios ao encontro de Gilberto Velho. Trata-se de uma coletânea de ensaios de intelectuais de Brasil e Portugal impactados pela convivência com a produção e com a figura de Gilberto Velho. Os textos guardam não apenas uma visão abrangente da sua obra, como também focalizam, na visão de cada um deles, aspectos centrais da influência que teve em sua formação e seus trabalhos.

    Selecionamos um trecho da obra com impressões portuguesas do capítulo 'Gilberto Velho e as ciências sociais em Portugal' - António Firmino da Costa e Maria das Dores Guerreiro - e um trecho de visões brasileiras do capítulo 'Um antropólogo de braços dados com a história e a literatura' - Alessandra El Far.

    Confira:

    Portugal:

    "Não procuramos, de modo algum, ser exaustivos, nem quanto aos conceitos, nem quanto às obras, mas tão só dar conta de algumas das referências que têm feito parte da formação de antropólogos e sociólogos portugueses, e que por eles têm sido usadas em suas pesquisas e teses.
    São referências aprendidas com Gilberto Velho, na leitura das suas obras, mas também diretamente, nas palestras, seminários, orientações e contatos pessoais que se foram multiplicando nas últimas décadas, nas visitas dele a Lisboa e nas visitas de muitos de nós ao Rio de Janeiro, em particular ao Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde Gilberto Velho tinha a sua sede acadêmica.
    Importa sublinhar que a obra de Gilberto Velho tem âmbito geral e plena atualidade. Uma prova está, justamente, na diversidade de estudos e análises que nela se têm inspirado e a partir dela se têm desenvolvido, não só no Brasil mas também noutras partes do mundo, nomeadamente em Portugal — como se tem vindo a assinalar. Não pretendemos ser capazes de identificar todas as razões dessa capacidade continuada de inspiração intelectual.
    Mas uma parte da explicação está, cremos, na maneira penetrante como conseguiu conectar observação fina de pequenos episódios do quotidiano com conceitos de grande alcance teórico, alicerçados em tradições intelectuais das mais relevantes.
    Outra parte da explicação tem a ver, parece-nos, com a atenção que sempre escolheu dar ao caráter multifacetado dos universos urbanos e das vidas pessoais, aos cruzamentos de experiências e referências culturais, aos trânsitos e mediações entre diferentes contextos e papéis sociais. Desse modo, conseguiu elaborar instrumentos analíticos cognitivamente muito poderosos, utilizáveis em lugares variados e diversas situações, na decifração e interpretação de traços fundamentais da sociedade contemporânea, com a complexidade que ela assume, em particular nos quadros de vida urbanos."

    Brasil:

    "Como se sabe, Gilberto Velho foi também um admirador de Gilberto Freyre, que analisou a sociedade colonial e imperial brasileira imbuído das muitas leituras que fez durante sua diversificada formação internacional. No artigo que escreveu para a revista portuguesa Sociologia, problemas e práticas Gilberto Velho recuperou a trajetória do intelectual pernambucano, salientando o trânsito bem-sucedido de Freyre pelas diferentes disciplinas e áreas de interesse, tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e Europa (Velho, 2008). Esse intercâmbio geográfico e interdisciplinar teria sido fundamental, segundo Gilberto Velho, na reflexão que verdadeiramente norteou todo o trabalho do autor de Casa-grande & senzala (1933): a interação entre indivíduo e sociedade.
    Enfim, Gilberto Velho por décadas a fio dedicou-se à antropologia dos grandes centros urbanos. E, nessa vasta e complexa malha de agentes e manifestações culturais, encontrou uma diversidade de temas, priorizou conceitos, alargou os alcances da disciplina e incentivou as gerações nascentes a seguir pelo mesmo caminho. Estimulou também, com imensa generosidade, diálogos interdisciplinares e institucionais, estreitando, como bem mostrou esse colóquio, laços de amizade e reciprocidade."

     

     

    Mundos em mediação: ensaios ao encontro de Gilberto Velho

    Organizadores: Celso Castro e Graça Índias Cordeiro

    Textos: António Firmino da Costa, Maria das Dores Guerreiro, João Teixeira Lopes, Graça Índias Cordeiro, Helena Bomeny, Alessandra El Faar, Julia O’Donnel, Lígia Ferro, Isis Martins, Ricardo Bento, Celso Castro e Rosa Maria Perez.

     

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  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 15/01/2015 - 17:10

    As leis nascem quando um grande número de pessoas acredita que um comportamento está certo e que, por outro lado, existem atos condenáveis, que não devem ser aceitos na sociedade. No que concerne à relação do homem com os animais a situação não é diferente - assim, a Constituição Federal de 1988 dispõe que é dever do poder público proteger a fauna, vedando práticas que submetam os animais à crueldade.

    Diante desta realidade, a Editora FGV lança o livro A proteção jurídica dos animais no Brasil: uma breve história, dos professores Samylla Mól e Renato Venâncio.

    Inserido na Série História da Coleção FGV de Bolso, a obra dialoga a história e as duas vertentes mais evidentes na agenda política contemporânea sobre a defesa do bem-estar dos animais, abordando, por um lado, a visão “abolicionista” - que assume uma postura radical, comparando a situação dos animais à escravidão – e, por outro, a corrente moderada, que entende a proteção aos animais em termos pragmáticos - como a luta pelo “bem-estar” animal e, quando necessário, seu sacrifício, como por ocasião do consumo de carne, com a adoção de “normas de compaixão”, como o abate indolor.

    Este diálogo sublinha a complexa relação histórica entre homens e animais. A abordagem da obra está a par das controvérsias doutrinárias quanto aos direitos animais que, no Brasil, têm raízes históricas antigas, sendo registradas até mesmo no século XIX, no que diz respeito aos animais domésticos e, atualmente têm a proteção como bem de natureza ambiental e aponta a proteção jurídica aos animais como uma dimensão importante da cidadania socioambiental.

    Confira algumas palavras dos autores sobre os objetivos de sua obra:

    "Ao longo da história, o homem se relacionou com outras espécies de vida, coabitantes deste planeta. A forma como essa relação se estabeleceu foi mudando conforme a evolução do ser humano e sua consciência: de si e do outro.
    Da empatia, nasceu o respeito.
    Da consciência, a responsabilidade.
    Conforme apresentamos ao longo das páginas deste livro, a proteção jurídica aos animais é uma dimensão importante da cidadania socioambiental. No Brasil, esse movimento social tem raízes históricas antigas, sendo registradas até mesmo no século XIX, no que diz respeito aos animais domésticos.
    No século XX, o ativismo expandiu-se em direção à proteção da fauna silvestre. O Brasil concedeu status constitucional à proteção do meio ambiente, nele englobadas a fauna e a flora. Além disso, é rica a legislação infraconstitucional protetiva dos animais. Ao Ministério Público foi atribuído o papel de guardião da natureza, assim como à coletividade e ao Poder Público o dever de protegê-la e preservá-la.
    O objetivo deste livro foi apresentar esse universo, de forma clara e objetiva, contextualizando historicamente. Com a iniciativa, que esperamos ser multiplicada em outros livros, procuramos abrir caminho para a valorização da cidadania socioambiental pela via democrática de respeito às instituições.
    Manifestar-se coletivamente e pacificamente nos espaços públicos, promover iniciativas para que a legislação seja cumprida, e, principalmente, engajar-se em campanhas de sensibilização e socioeducativas é a forma de inscrever o movimento pelo bem-estar dos animais na agenda política de nosso tempo.
    Se essas iniciativas forem bem-sucedidas, os animais, com certeza, serão protegidos."

     

    Confira entrevista com a Samylla Mól na Rádio CBN AQUI

     

     

     

    A proteção jurídica dos animais no Brasil: uma breve história

    Samylla Mól e Renato Venâncio

    Coleção FGV de Bolso | Série História

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  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 12/01/2015 - 11:59

    Com a publicações de três novos títulos, a Série Comércio exterior e negócios internacionais, das Publicações FGV Management, está completa!

    Os temas regulação, tributação e marketing são abordados de forma clara e objetiva em cada um dos livros, como todos os assuntos tratados nesta série, e pretendem manter os profissionais que atuam nessas áreas sempre atualizados e prontos para as respostas aos desafios do mercado.

    Regulação do comércio internacional trata dos princípios e regras necessários para uma relação mais justa e equilibrada entre países diversos que estejam envolvidos em transações comerciais.
    A busca por melhorias e significativas mudanças no comércio internacional levou à institucionalização do processo com a criação da Organização Mundial do Comércio (OMC), em 1995, que tem por objetivo defender princípios básicos, elaborar normas padronizadas que induzam à harmonização de regulamentos rumo a um comércio mais justo frente à constante evolução tecnológica e à internacionalização da produção num mundo globalizado.
    Diante dessa regulamentação e das diferenças de cada país envolvido nesse comércio, a obra, dividida em 7 capítulos, apresenta as melhores práticas nesta atuação com textos relacionados ao histórico sobre esse comércio; os princípios fundamentais que norteiam a ação da OMC; os acordos multilaterais administrados por esta Organização; os acordos regionais de comércio, como exceção aos princípios da OMC; as Normas e Procedimentos sobre Solução de Controvérsias, sua abrangência, objetivos e mecanismos para seu acionamento; a defesa comercial e, por fim, o Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio (TBT) e seus desdobramentos.

    Tributação no comércio exterior brasileiro apresenta aos profissionais as possibilidades de maiores garantias em benefícios fiscais e logísticos dos regimes aduaneiros, sempre de acordo com a legislação do Regulamento Aduaneiro, que replica os decretos legislativos, os decretos-lei e as leis, também com amparo em consultas às instruções normativas da Receita Federal do Brasil (RFB), às portarias do Ministério da Fazenda (MF) e às resoluções da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), conforme o tipo de exportação ou importação determinado pelo próprio decreto regulamentador.
    A obra, dividida em quatro capítulos, destaca em seu primeiro texto as formas de controle do Estado brasileiro, nos aspectos fiscal e aduaneiro, em âmbito federal, que incidem sobre as importações e exportações do nosso comércio exterior, a fim de permitir melhor compreensão dos benefícios que existem nos regimes aduaneiros especiais. Os textos contidos nos capítulos seguintes apresentam os regimes especiais atualmente existentes no Brasil, além dos regimes aduaneiros aplicados em áreas especiais.

    Marketing internacional pretende responder a uma pergunta recorrente no mercado sobre a diferença entre o marketing desenvolvido no mercado interno e o marketing internacional.
    Partindo desta questão, o livro apresenta dezenas de conceitos e sintetiza a resposta de uma forma simples e bem clara, definindo o marketing "como um processo de desenvolver produtos ou serviços que atendam às necessidades e aos desejos dos consumidores de uma forma lucrativa para o acionista e de acordo com a legislação e a ética" e, com esta definição, aponta que não há diferença entre os tratamentos doméstico e internacional, pois caberá também ao marketing internacional desenvolver produtos e serviços que atendam às necessidades e aos desejos dos consumidores, como no tratamento interno. A obra é divida em quatro capítulos, onde o primeiro aborda a globalização e seu impacto nas empresas brasileiras, mostrando como o comércio exterior brasileiro tem crescido na última década e as formas iniciais e menos complexas de entrada no mercado internacional. O segundo capítulo examina as estruturas e estratégias mais complexas de internacionalização, mostrando a evolução dos modelos organizacionais e de gestão internacional; evidencia as fontes de informações no comércio internacional no terceiro capítulo e, por fim apresenta as estratégias de marketing mix em nível internacional.

    Confira todos os títulos da Série Comércio exterior e negócios internacionais

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 07/01/2015 - 10:32

    A história da septuagenária Fundação Getulio Vargas se confunde com os últimos 70 anos da história do Brasil.

    No fim do Estado Novo, com o apoio imprescindível de Luiz Simões Lopes, Vargas criou a Fundação Getulio Vargas. A história que se segue mostra como a instituição enfrentou percalços de todas as naturezas, mas permaneceu firme na missão patriótica que desde o início tomou para si. A FGV de hoje é uma instituição muito diferente daquela criada há 70 anos, mas conserva ainda o imperativo que a fez nascer: é preciso trabalhar pelo país, é preciso construir o Brasil que queremos — democrático, justo, incentivador da iniciativa privada, aberto ao mundo, sem preconceitos sociais ou de etnia, amigo dos seus vizinhos.

    A criação de uma entidade da natureza da Fundação Getulio Vargas foi objeto de cogitações desde 1943, por parte do então presidente do Departamento Administrativo do Serviço Público. A ideia original nasceu da necessidade de sistematizar e intensificar não só a aplicação dos processos de organização racional do trabalho, mas também a formação, aperfeiçoamento e especialização de pessoal, que vinham sendo desenvolvidos nos serviços públicos e em alguns poucos setores privados, a fim de que o país pudesse acompanhar, eficientemente, o ritmo de progresso contemporâneo.

    Em comemoração aos 70 de sua criação, completos em dezembro de 2014, lançamos a obra FGV: 70 anos de lutas, que apresenta ao leitor a história do Brasil, suas mudanças e evoluções através de uma pesquisa minuciosa sobre a situação política e social que antecedeu esta criação e todo desempenho nacional posterior a ela.

    Confira um trecho do prólogo da obra:

    "AO LONGO DOS 70 ANOS da Fundação Getulio Vargas, algumas ideias atravessaram a história dessa instituição brasileira por excelência. Criada em 1944, no fim de um período ditatorial, que havia, de diferentes modos, fortalecido a atuação do Estado, a FGV herdou a missão que vinha sendo desempenhada pelo Departamento Administrativo do Serviço Público (Dasp), desde 1937, de profissionalizar a administração pública. No entanto, o escopo de ações da nova instituição era consideravelmente mais ambicioso: em uma ação em conjunto entre Getúlio Vargas e Luiz Simões Lopes, a nova instituição foi criada como uma fundação, cuja atuação estava estatutariamente submetida a um Conselho Diretor independente, mas financeiramente sujeita às subvenções governamentais.
    Em boa medida, a solução encontrada pretendia autonomizar a direção da FGV, esvaziando o crônico aparelhamento político que ocorria noutros órgãos da burocracia. Se o desejo era, na medida do possível, de uma organização suprapartidária, a FGV traria como marca de nascimento o ideário da geração que, ao longo dos anos 1930 e 1940, forjou à alta temperatura uma nova feição do Estado a partir de princípios nacionalistas e modernizantes.
    Reunindo alguns dos mais importantes profissionais de cada geração por que passou, a FGV assumiu a função de trabalhar para e pelo país. Esse patriotismo utilitário e urgente esteve na base da criação dos diferentes órgãos, escolas, pesquisas, cursos… Por isso, foi, desde seu princípio, ponta de lança da necessidade de trazer experiências internacionais e reunir talentos de diferentes orientações políticas em prol do desenvolvimento brasileiro.
    Esse empenho de profissionais talentosos dentro de uma visão institucional voltada para o progresso do país deu sentido às gerações que construíram os primeiros índices de preços, as muitas escolas, os primeiros cursos de pós-graduação… Mais importante que o pioneirismo tantas vezes constatado, nas mais diferentes áreas, foi a persistência na ideia de que as instituições são fundamentais na redefinição dos destinos do Brasil. (...)"

    FGV: 70 anos de lutas

     

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 05/01/2015 - 18:10

    Como construir sua marca e lançar um produto? Como gerir as vendas e formular a política comercial? Como atuar na gestão de programas e se adequar a projetos públicos?

    Se alguma dessas dúvidas passaram a virada do ano com você, é hora de resolver essas questões e começar 2015 pronto para atuar no mercado de forma plena.

    Confira os três lançamentos da Coleção Práticas de Gestão:

    Gestão de produtos e marcas, da Série Marketing, apresenta, entre diversos contextos, conceitos e definições, os níveis, classificações, estratégias e ciclo de vida dos produtos; os processos de construção, criação de identidade, promessas e aspectos legais das marcas; e aponta os caminhos para a segmentação correta  e o posicionamento ideal de mercado. Uma das preciosas dicas desta obra é: "Uma armadilha comum aos gestores de produtos e marcas, quando criam identidades de marca, é focar somente os atributos do produto e deixar de considerar os benefícios da expressão emocional, as características organizacionais e a personalidade da marca."

     

     

    Gestão de vendas e política comercial, da Série Gestão comercial, traz ao leitor os conceitos e fundamentos da administração de vendas, a importante relação entre marketing e vendas, a visão atual do vendedor, além das principais estratégias e técnicas de vendas e distribuição, a formação de uma equipe de vendas e, claro, o ecommerce e o uso das redes sociais como ferramentas valiosas. O livro apresenta a evolução das políticas comerciais e das vendas e aponta um marco fundamental na transição contemporânea desta prática secular: "O início da década de 1990 marca o mundo organizacional com a chegada da era da informação, que surge com o extraordinário impacto provocado pela tecnologia da informação (TI). O recurso mais valioso passa a ser a informação, isto é, o conhecimento, que substitui, então, o capital financeiro."

     

     

    Gestão de programas e projetos públicos, da Série Gestão pública,  propõe ao leitor interessado as melhores práticas na configuração de um projeto e definição de um produto ideal, além da estrutura, da sequência e controle do projeto, principalmente nos pontos relacionados aos impactos econômico e social, às fases e aos riscos do projeto. Sobre a obra, fica a seguinte pista: "Projetos complexos, sequenciados ou realizados em paralelo são frequentes no campo do setor público. Nessa contingência, o ideal é que se constituam programas, isto é, que se aglutinem
    os projetos, quer na forma sequencial (multiprojetos), quer na forma de realização simultânea (projetos integrados)."

     

     

    A Coleção Práticas de Gestão já possui 5 Séries e dezenas de títulos apresentados de forma clara, didática e precisa sobre as principais práticas dos diversos setores da gestão.

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 29/12/2014 - 15:54

    Pronto. Agora é definitivo. 2014 acabou.

    Já podemos fazer uma retrospectiva exata de tudo o que fizemos e formalizar as promessas para 2015.

    E, mantendo a tradição, resolvemos listar os nossos lançamentos e ações de 2014 para mantê-lo sempre atualizado com a nossa produção.

     

    Como agimos?

    O novo site da Editora FGV entrou no ar com tudo! Muito mais bonito, amigável e rápido de acessar. Com ele foi possível 'inaugurarmos' um espaço de disseminação do conhecimento através da seção de Ebooks de Editoras Parceiras, onde já contamos com cerca de 30 livros digitais das editoras do Impa e da UFSC. Em 2015 muitas outras virão. #promessa

    Iniciamos as vendas dos nossos ebooks na loja Kobo/Cultura, lançamos nosso Canal no Skoob, chegamos ao outro lado do planeta quando o Japão passou a ter acesso a vários ebooks através da iBooks Store japonesa. Em 2015 novas parcerias serão feitas. #promessa

    Tivemos várias promoções e ações especiais em nosso site e agora, com ele novinho, faremos muitas mais em 2015. #promessa

    Além de todo esse compartilhamento do nosso conteúdo, iniciamos um projeto há muito guardado na gaveta. Libertamos diversos livros na ação #LivreUmLivro que promovemos no Rio de Janeiro. Acreditamos que um deles chegue até você (pelo menos esta é a nossa intenção). Em 2015 esta e muitas outras ações serão feitas. #promessa

    Ganhamos o Prêmio Jabuti! O livro 'Como decidem as cortes?: para uma crítica do direito (brasileiro)' foi o primeiro colocado na categoria Direito da maior premiação do Brasil relacionada a livros. Em 2015 vamos participar de novo, mas não temos como prometer a vitória... (mas, sim, o esforço). #promessa

     

    O que publicamos?

    Dicionário da política republicana do Rio de Janeiro

    A piedade dos outros: o abandono de recém-nascidos em uma vila colonial, século XVIII

    Escravidão e liberdade nas Américas

    Meios alternativos de solução de conflitos

    Gestão pública: a perícia criminal em foco

    Arquivos pessoais: reflexões multidisciplinares e experiências de pesquisa

    Os vultos da nação: fábrica de heróis e formação dos brasileiros

    O golpe de 1964: momentos decisivos

    Gargalos e soluções na infraestrutura de transportes

    O legado dos congressos brasileiros de arquivologia (1972-2000)

    Diásporas e deslocamentos: travessias críticas

    A Índia na ordem global

    A utopia da Pequena África: projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos na Zona Portuária carioca

    VBA para administradores e economistas

    Poder, riqueza e moeda na Europa Medieval: a preeminência naval, mercantil e monetária da Sereníssima República de  Veneza nos séculos XIII e XV

    Estratégia de empresas

    Historiografias portuguesa e brasileira no século XX: olhares cruzados

    A reforma esquecida II: obstáculos e caminhos para a reforma do processo orçamentário

    Formação docente, pesquisa e extensão no CAp UFRJ: entre tradições e invenções

    Marcado pela própria natureza; o imperial Instituto Fluminense de Agricultura - 1860 a 1891

    Gerenciamento da qualidade em projetos

    Negociação internacional

    Redemocratização e mudança social no Brasil

    Administração financeira de curto prazo

    Comunicação integrada de marketing

    Dinâmica comportamental no setor público

    Formação e gestão de preços

    Gestão financeira no setor público

    Planejamento estratégico e orçamento público

    Gestão de logística internacional

    Gestão de contratos internacionais

    Análise política e jornalismo de dados: ensaios a partir do Basômetro

    Introdução ao pensamento político de Maquiavel

    Ateliê do pensamento social: ideias em perspectiva global

    Corpos de ordenanças e chefias militares em Minas colonial: Vila Rica (1735 - 1777)

    Balanced scorecard

    Gestão de projetos

    Gestão de canais de distribuição

    Modelagem de organizações públicas

    Gestão de negócios turísticos

    Gerenciamento de stakeholders em projetos

    História do tempo presente

    Controladoria

    Direito imobiliário

    Direito das organizações internacionais

    Panorama do mercado de trabalho no Brasil

    Excelência no atendimento ao cliente

    Novos temas de arbitragem

    Livro digital e bibliotecas

    Lugares complexos, poéticas da complexidade: entre arquitetura, arte e paisagem

    Fora de ordem: viagens de Rubem Cesár

    Plano de negócios integrado: guia prático de elaboração

    Tributação no comércio exterior brasileiro

    Introdução às Ciências Sociais

    Ensino de história: uso do passado, memória e mídia

    50 anos da Reforma Tributária Nacional: origens e lições

    Administração bancária: uma visão aplicada

    Estatística empresarial

    Regulação do comércio internacional

    Gestão de programas e projetos públicos

    Gestão de vendas e política comercial

    Gestão de produtos e marcas

    Globalização e relações internacionais: casos de ensino

    FGV: 70 anos de lutas

     

    O que pretendemos para 2015?

    Muito mais! E queremos compartilhar tudo com você!

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 17/12/2014 - 12:08

    Interação entre prática e teoria é o grande desafio de uma obra para atrair estudantes de negócios no mundo. Com base em suas experiências de mercado e pesquisas desenvolvidas no meio acadêmico, os autores de Plano de negócios integrado: guia prático de elaboração desafiam o leitor de forma dinâmica e agradável a interagir com uma metodologia de ensino que, como poucas, consegue unir teoria e prática.
    Não obstante, no desenvolvimento da leitura e aplicação propostas no livro, voltado para aqueles que têm ou não experiência no campo de empreendedorismo, o leitor é colocado constantemente em contato com os riscos e desafios de analisar um negócio dentro de um contexto real.
    Com uma forte base teórica e considerando que no contexto da elaboração de um plano de negócios os cálculos financeiros constituem uma das principais partes, o leitor poderá praticá-los por meio do PLANOCERTO® (software de gestão útil para projetar cenários e fornecer insumos para se analisar empreendimentos), com acesso disponível através da obra.
    Como não se pode falar em bom negócio sem bom retorno financeiro, é muito importante compreender e elaborar corretamente a parte financeira do projeto, e a disponibilização de acesso a este software é um dos grandes atrativos desta obra.

    Quanto preciso para abrir este negócio?
    Quanto preciso para tocar o negócio no mês a mês?
    Quais as receitas e custos do negócio?
    Qual é o retorno financeiro que este negócio me trará?
    O negócio é viável economicamente?

     

    Em resumo, a parte financeira de um plano de negócio prescinde de respostas para estas importantes questões, esclarecidas no livro.

     

    Plano de negócios integrado: guia prático de elaboração

    Isnard Marshall Junior, Adilson Carlos Yoshikuni, Luciano Miguel Salamacha, Luís Eduardo Machado

     

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