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  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 15/01/2015 - 17:10

    As leis nascem quando um grande número de pessoas acredita que um comportamento está certo e que, por outro lado, existem atos condenáveis, que não devem ser aceitos na sociedade. No que concerne à relação do homem com os animais a situação não é diferente - assim, a Constituição Federal de 1988 dispõe que é dever do poder público proteger a fauna, vedando práticas que submetam os animais à crueldade.

    Diante desta realidade, a Editora FGV lança o livro A proteção jurídica dos animais no Brasil: uma breve história, dos professores Samylla Mól e Renato Venâncio.

    Inserido na Série História da Coleção FGV de Bolso, a obra dialoga a história e as duas vertentes mais evidentes na agenda política contemporânea sobre a defesa do bem-estar dos animais, abordando, por um lado, a visão “abolicionista” - que assume uma postura radical, comparando a situação dos animais à escravidão – e, por outro, a corrente moderada, que entende a proteção aos animais em termos pragmáticos - como a luta pelo “bem-estar” animal e, quando necessário, seu sacrifício, como por ocasião do consumo de carne, com a adoção de “normas de compaixão”, como o abate indolor.

    Este diálogo sublinha a complexa relação histórica entre homens e animais. A abordagem da obra está a par das controvérsias doutrinárias quanto aos direitos animais que, no Brasil, têm raízes históricas antigas, sendo registradas até mesmo no século XIX, no que diz respeito aos animais domésticos e, atualmente têm a proteção como bem de natureza ambiental e aponta a proteção jurídica aos animais como uma dimensão importante da cidadania socioambiental.

    Confira algumas palavras dos autores sobre os objetivos de sua obra:

    "Ao longo da história, o homem se relacionou com outras espécies de vida, coabitantes deste planeta. A forma como essa relação se estabeleceu foi mudando conforme a evolução do ser humano e sua consciência: de si e do outro.
    Da empatia, nasceu o respeito.
    Da consciência, a responsabilidade.
    Conforme apresentamos ao longo das páginas deste livro, a proteção jurídica aos animais é uma dimensão importante da cidadania socioambiental. No Brasil, esse movimento social tem raízes históricas antigas, sendo registradas até mesmo no século XIX, no que diz respeito aos animais domésticos.
    No século XX, o ativismo expandiu-se em direção à proteção da fauna silvestre. O Brasil concedeu status constitucional à proteção do meio ambiente, nele englobadas a fauna e a flora. Além disso, é rica a legislação infraconstitucional protetiva dos animais. Ao Ministério Público foi atribuído o papel de guardião da natureza, assim como à coletividade e ao Poder Público o dever de protegê-la e preservá-la.
    O objetivo deste livro foi apresentar esse universo, de forma clara e objetiva, contextualizando historicamente. Com a iniciativa, que esperamos ser multiplicada em outros livros, procuramos abrir caminho para a valorização da cidadania socioambiental pela via democrática de respeito às instituições.
    Manifestar-se coletivamente e pacificamente nos espaços públicos, promover iniciativas para que a legislação seja cumprida, e, principalmente, engajar-se em campanhas de sensibilização e socioeducativas é a forma de inscrever o movimento pelo bem-estar dos animais na agenda política de nosso tempo.
    Se essas iniciativas forem bem-sucedidas, os animais, com certeza, serão protegidos."

     

    Confira entrevista com a Samylla Mól na Rádio CBN AQUI

     

     

     

    A proteção jurídica dos animais no Brasil: uma breve história

    Samylla Mól e Renato Venâncio

    Coleção FGV de Bolso | Série História

    Arquivos:
  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 12/01/2015 - 11:59

    Com a publicações de três novos títulos, a Série Comércio exterior e negócios internacionais, das Publicações FGV Management, está completa!

    Os temas regulação, tributação e marketing são abordados de forma clara e objetiva em cada um dos livros, como todos os assuntos tratados nesta série, e pretendem manter os profissionais que atuam nessas áreas sempre atualizados e prontos para as respostas aos desafios do mercado.

    Regulação do comércio internacional trata dos princípios e regras necessários para uma relação mais justa e equilibrada entre países diversos que estejam envolvidos em transações comerciais.
    A busca por melhorias e significativas mudanças no comércio internacional levou à institucionalização do processo com a criação da Organização Mundial do Comércio (OMC), em 1995, que tem por objetivo defender princípios básicos, elaborar normas padronizadas que induzam à harmonização de regulamentos rumo a um comércio mais justo frente à constante evolução tecnológica e à internacionalização da produção num mundo globalizado.
    Diante dessa regulamentação e das diferenças de cada país envolvido nesse comércio, a obra, dividida em 7 capítulos, apresenta as melhores práticas nesta atuação com textos relacionados ao histórico sobre esse comércio; os princípios fundamentais que norteiam a ação da OMC; os acordos multilaterais administrados por esta Organização; os acordos regionais de comércio, como exceção aos princípios da OMC; as Normas e Procedimentos sobre Solução de Controvérsias, sua abrangência, objetivos e mecanismos para seu acionamento; a defesa comercial e, por fim, o Acordo sobre Barreiras Técnicas ao Comércio (TBT) e seus desdobramentos.

    Tributação no comércio exterior brasileiro apresenta aos profissionais as possibilidades de maiores garantias em benefícios fiscais e logísticos dos regimes aduaneiros, sempre de acordo com a legislação do Regulamento Aduaneiro, que replica os decretos legislativos, os decretos-lei e as leis, também com amparo em consultas às instruções normativas da Receita Federal do Brasil (RFB), às portarias do Ministério da Fazenda (MF) e às resoluções da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), conforme o tipo de exportação ou importação determinado pelo próprio decreto regulamentador.
    A obra, dividida em quatro capítulos, destaca em seu primeiro texto as formas de controle do Estado brasileiro, nos aspectos fiscal e aduaneiro, em âmbito federal, que incidem sobre as importações e exportações do nosso comércio exterior, a fim de permitir melhor compreensão dos benefícios que existem nos regimes aduaneiros especiais. Os textos contidos nos capítulos seguintes apresentam os regimes especiais atualmente existentes no Brasil, além dos regimes aduaneiros aplicados em áreas especiais.

    Marketing internacional pretende responder a uma pergunta recorrente no mercado sobre a diferença entre o marketing desenvolvido no mercado interno e o marketing internacional.
    Partindo desta questão, o livro apresenta dezenas de conceitos e sintetiza a resposta de uma forma simples e bem clara, definindo o marketing "como um processo de desenvolver produtos ou serviços que atendam às necessidades e aos desejos dos consumidores de uma forma lucrativa para o acionista e de acordo com a legislação e a ética" e, com esta definição, aponta que não há diferença entre os tratamentos doméstico e internacional, pois caberá também ao marketing internacional desenvolver produtos e serviços que atendam às necessidades e aos desejos dos consumidores, como no tratamento interno. A obra é divida em quatro capítulos, onde o primeiro aborda a globalização e seu impacto nas empresas brasileiras, mostrando como o comércio exterior brasileiro tem crescido na última década e as formas iniciais e menos complexas de entrada no mercado internacional. O segundo capítulo examina as estruturas e estratégias mais complexas de internacionalização, mostrando a evolução dos modelos organizacionais e de gestão internacional; evidencia as fontes de informações no comércio internacional no terceiro capítulo e, por fim apresenta as estratégias de marketing mix em nível internacional.

    Confira todos os títulos da Série Comércio exterior e negócios internacionais

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 07/01/2015 - 10:32

    A história da septuagenária Fundação Getulio Vargas se confunde com os últimos 70 anos da história do Brasil.

    No fim do Estado Novo, com o apoio imprescindível de Luiz Simões Lopes, Vargas criou a Fundação Getulio Vargas. A história que se segue mostra como a instituição enfrentou percalços de todas as naturezas, mas permaneceu firme na missão patriótica que desde o início tomou para si. A FGV de hoje é uma instituição muito diferente daquela criada há 70 anos, mas conserva ainda o imperativo que a fez nascer: é preciso trabalhar pelo país, é preciso construir o Brasil que queremos — democrático, justo, incentivador da iniciativa privada, aberto ao mundo, sem preconceitos sociais ou de etnia, amigo dos seus vizinhos.

    A criação de uma entidade da natureza da Fundação Getulio Vargas foi objeto de cogitações desde 1943, por parte do então presidente do Departamento Administrativo do Serviço Público. A ideia original nasceu da necessidade de sistematizar e intensificar não só a aplicação dos processos de organização racional do trabalho, mas também a formação, aperfeiçoamento e especialização de pessoal, que vinham sendo desenvolvidos nos serviços públicos e em alguns poucos setores privados, a fim de que o país pudesse acompanhar, eficientemente, o ritmo de progresso contemporâneo.

    Em comemoração aos 70 de sua criação, completos em dezembro de 2014, lançamos a obra FGV: 70 anos de lutas, que apresenta ao leitor a história do Brasil, suas mudanças e evoluções através de uma pesquisa minuciosa sobre a situação política e social que antecedeu esta criação e todo desempenho nacional posterior a ela.

    Confira um trecho do prólogo da obra:

    "AO LONGO DOS 70 ANOS da Fundação Getulio Vargas, algumas ideias atravessaram a história dessa instituição brasileira por excelência. Criada em 1944, no fim de um período ditatorial, que havia, de diferentes modos, fortalecido a atuação do Estado, a FGV herdou a missão que vinha sendo desempenhada pelo Departamento Administrativo do Serviço Público (Dasp), desde 1937, de profissionalizar a administração pública. No entanto, o escopo de ações da nova instituição era consideravelmente mais ambicioso: em uma ação em conjunto entre Getúlio Vargas e Luiz Simões Lopes, a nova instituição foi criada como uma fundação, cuja atuação estava estatutariamente submetida a um Conselho Diretor independente, mas financeiramente sujeita às subvenções governamentais.
    Em boa medida, a solução encontrada pretendia autonomizar a direção da FGV, esvaziando o crônico aparelhamento político que ocorria noutros órgãos da burocracia. Se o desejo era, na medida do possível, de uma organização suprapartidária, a FGV traria como marca de nascimento o ideário da geração que, ao longo dos anos 1930 e 1940, forjou à alta temperatura uma nova feição do Estado a partir de princípios nacionalistas e modernizantes.
    Reunindo alguns dos mais importantes profissionais de cada geração por que passou, a FGV assumiu a função de trabalhar para e pelo país. Esse patriotismo utilitário e urgente esteve na base da criação dos diferentes órgãos, escolas, pesquisas, cursos… Por isso, foi, desde seu princípio, ponta de lança da necessidade de trazer experiências internacionais e reunir talentos de diferentes orientações políticas em prol do desenvolvimento brasileiro.
    Esse empenho de profissionais talentosos dentro de uma visão institucional voltada para o progresso do país deu sentido às gerações que construíram os primeiros índices de preços, as muitas escolas, os primeiros cursos de pós-graduação… Mais importante que o pioneirismo tantas vezes constatado, nas mais diferentes áreas, foi a persistência na ideia de que as instituições são fundamentais na redefinição dos destinos do Brasil. (...)"

    FGV: 70 anos de lutas

     

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 05/01/2015 - 18:10

    Como construir sua marca e lançar um produto? Como gerir as vendas e formular a política comercial? Como atuar na gestão de programas e se adequar a projetos públicos?

    Se alguma dessas dúvidas passaram a virada do ano com você, é hora de resolver essas questões e começar 2015 pronto para atuar no mercado de forma plena.

    Confira os três lançamentos da Coleção Práticas de Gestão:

    Gestão de produtos e marcas, da Série Marketing, apresenta, entre diversos contextos, conceitos e definições, os níveis, classificações, estratégias e ciclo de vida dos produtos; os processos de construção, criação de identidade, promessas e aspectos legais das marcas; e aponta os caminhos para a segmentação correta  e o posicionamento ideal de mercado. Uma das preciosas dicas desta obra é: "Uma armadilha comum aos gestores de produtos e marcas, quando criam identidades de marca, é focar somente os atributos do produto e deixar de considerar os benefícios da expressão emocional, as características organizacionais e a personalidade da marca."

     

     

    Gestão de vendas e política comercial, da Série Gestão comercial, traz ao leitor os conceitos e fundamentos da administração de vendas, a importante relação entre marketing e vendas, a visão atual do vendedor, além das principais estratégias e técnicas de vendas e distribuição, a formação de uma equipe de vendas e, claro, o ecommerce e o uso das redes sociais como ferramentas valiosas. O livro apresenta a evolução das políticas comerciais e das vendas e aponta um marco fundamental na transição contemporânea desta prática secular: "O início da década de 1990 marca o mundo organizacional com a chegada da era da informação, que surge com o extraordinário impacto provocado pela tecnologia da informação (TI). O recurso mais valioso passa a ser a informação, isto é, o conhecimento, que substitui, então, o capital financeiro."

     

     

    Gestão de programas e projetos públicos, da Série Gestão pública,  propõe ao leitor interessado as melhores práticas na configuração de um projeto e definição de um produto ideal, além da estrutura, da sequência e controle do projeto, principalmente nos pontos relacionados aos impactos econômico e social, às fases e aos riscos do projeto. Sobre a obra, fica a seguinte pista: "Projetos complexos, sequenciados ou realizados em paralelo são frequentes no campo do setor público. Nessa contingência, o ideal é que se constituam programas, isto é, que se aglutinem
    os projetos, quer na forma sequencial (multiprojetos), quer na forma de realização simultânea (projetos integrados)."

     

     

    A Coleção Práticas de Gestão já possui 5 Séries e dezenas de títulos apresentados de forma clara, didática e precisa sobre as principais práticas dos diversos setores da gestão.

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 29/12/2014 - 15:54

    Pronto. Agora é definitivo. 2014 acabou.

    Já podemos fazer uma retrospectiva exata de tudo o que fizemos e formalizar as promessas para 2015.

    E, mantendo a tradição, resolvemos listar os nossos lançamentos e ações de 2014 para mantê-lo sempre atualizado com a nossa produção.

     

    Como agimos?

    O novo site da Editora FGV entrou no ar com tudo! Muito mais bonito, amigável e rápido de acessar. Com ele foi possível 'inaugurarmos' um espaço de disseminação do conhecimento através da seção de Ebooks de Editoras Parceiras, onde já contamos com cerca de 30 livros digitais das editoras do Impa e da UFSC. Em 2015 muitas outras virão. #promessa

    Iniciamos as vendas dos nossos ebooks na loja Kobo/Cultura, lançamos nosso Canal no Skoob, chegamos ao outro lado do planeta quando o Japão passou a ter acesso a vários ebooks através da iBooks Store japonesa. Em 2015 novas parcerias serão feitas. #promessa

    Tivemos várias promoções e ações especiais em nosso site e agora, com ele novinho, faremos muitas mais em 2015. #promessa

    Além de todo esse compartilhamento do nosso conteúdo, iniciamos um projeto há muito guardado na gaveta. Libertamos diversos livros na ação #LivreUmLivro que promovemos no Rio de Janeiro. Acreditamos que um deles chegue até você (pelo menos esta é a nossa intenção). Em 2015 esta e muitas outras ações serão feitas. #promessa

    Ganhamos o Prêmio Jabuti! O livro 'Como decidem as cortes?: para uma crítica do direito (brasileiro)' foi o primeiro colocado na categoria Direito da maior premiação do Brasil relacionada a livros. Em 2015 vamos participar de novo, mas não temos como prometer a vitória... (mas, sim, o esforço). #promessa

     

    O que publicamos?

    Dicionário da política republicana do Rio de Janeiro

    A piedade dos outros: o abandono de recém-nascidos em uma vila colonial, século XVIII

    Escravidão e liberdade nas Américas

    Meios alternativos de solução de conflitos

    Gestão pública: a perícia criminal em foco

    Arquivos pessoais: reflexões multidisciplinares e experiências de pesquisa

    Os vultos da nação: fábrica de heróis e formação dos brasileiros

    O golpe de 1964: momentos decisivos

    Gargalos e soluções na infraestrutura de transportes

    O legado dos congressos brasileiros de arquivologia (1972-2000)

    Diásporas e deslocamentos: travessias críticas

    A Índia na ordem global

    A utopia da Pequena África: projetos urbanísticos, patrimônios e conflitos na Zona Portuária carioca

    VBA para administradores e economistas

    Poder, riqueza e moeda na Europa Medieval: a preeminência naval, mercantil e monetária da Sereníssima República de  Veneza nos séculos XIII e XV

    Estratégia de empresas

    Historiografias portuguesa e brasileira no século XX: olhares cruzados

    A reforma esquecida II: obstáculos e caminhos para a reforma do processo orçamentário

    Formação docente, pesquisa e extensão no CAp UFRJ: entre tradições e invenções

    Marcado pela própria natureza; o imperial Instituto Fluminense de Agricultura - 1860 a 1891

    Gerenciamento da qualidade em projetos

    Negociação internacional

    Redemocratização e mudança social no Brasil

    Administração financeira de curto prazo

    Comunicação integrada de marketing

    Dinâmica comportamental no setor público

    Formação e gestão de preços

    Gestão financeira no setor público

    Planejamento estratégico e orçamento público

    Gestão de logística internacional

    Gestão de contratos internacionais

    Análise política e jornalismo de dados: ensaios a partir do Basômetro

    Introdução ao pensamento político de Maquiavel

    Ateliê do pensamento social: ideias em perspectiva global

    Corpos de ordenanças e chefias militares em Minas colonial: Vila Rica (1735 - 1777)

    Balanced scorecard

    Gestão de projetos

    Gestão de canais de distribuição

    Modelagem de organizações públicas

    Gestão de negócios turísticos

    Gerenciamento de stakeholders em projetos

    História do tempo presente

    Controladoria

    Direito imobiliário

    Direito das organizações internacionais

    Panorama do mercado de trabalho no Brasil

    Excelência no atendimento ao cliente

    Novos temas de arbitragem

    Livro digital e bibliotecas

    Lugares complexos, poéticas da complexidade: entre arquitetura, arte e paisagem

    Fora de ordem: viagens de Rubem Cesár

    Plano de negócios integrado: guia prático de elaboração

    Tributação no comércio exterior brasileiro

    Introdução às Ciências Sociais

    Ensino de história: uso do passado, memória e mídia

    50 anos da Reforma Tributária Nacional: origens e lições

    Administração bancária: uma visão aplicada

    Estatística empresarial

    Regulação do comércio internacional

    Gestão de programas e projetos públicos

    Gestão de vendas e política comercial

    Gestão de produtos e marcas

    Globalização e relações internacionais: casos de ensino

    FGV: 70 anos de lutas

     

    O que pretendemos para 2015?

    Muito mais! E queremos compartilhar tudo com você!

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 17/12/2014 - 12:08

    Interação entre prática e teoria é o grande desafio de uma obra para atrair estudantes de negócios no mundo. Com base em suas experiências de mercado e pesquisas desenvolvidas no meio acadêmico, os autores de Plano de negócios integrado: guia prático de elaboração desafiam o leitor de forma dinâmica e agradável a interagir com uma metodologia de ensino que, como poucas, consegue unir teoria e prática.
    Não obstante, no desenvolvimento da leitura e aplicação propostas no livro, voltado para aqueles que têm ou não experiência no campo de empreendedorismo, o leitor é colocado constantemente em contato com os riscos e desafios de analisar um negócio dentro de um contexto real.
    Com uma forte base teórica e considerando que no contexto da elaboração de um plano de negócios os cálculos financeiros constituem uma das principais partes, o leitor poderá praticá-los por meio do PLANOCERTO® (software de gestão útil para projetar cenários e fornecer insumos para se analisar empreendimentos), com acesso disponível através da obra.
    Como não se pode falar em bom negócio sem bom retorno financeiro, é muito importante compreender e elaborar corretamente a parte financeira do projeto, e a disponibilização de acesso a este software é um dos grandes atrativos desta obra.

    Quanto preciso para abrir este negócio?
    Quanto preciso para tocar o negócio no mês a mês?
    Quais as receitas e custos do negócio?
    Qual é o retorno financeiro que este negócio me trará?
    O negócio é viável economicamente?

     

    Em resumo, a parte financeira de um plano de negócio prescinde de respostas para estas importantes questões, esclarecidas no livro.

     

    Plano de negócios integrado: guia prático de elaboração

    Isnard Marshall Junior, Adilson Carlos Yoshikuni, Luciano Miguel Salamacha, Luís Eduardo Machado

     

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 15/12/2014 - 12:52

    Mais um título da Coleção FGV Universitária, Introdução às Ciências Sociais tem como objetivo apresentar a perspectiva do cientista social em relação ao mundo em que vive. Os professores Celso Castro e Julia O'Donnell pretendem, com sua obra, conduzir o leitor a exercitar uma reflexão crítica e desnaturalizadora a respeito de aspectos fundamentais de sua vida cotidiana, auxiliando no desenvolvimento da sensibilidade necessária para perceber a diversidade e a relatividade das formas da vida social.

    Destinado principalmente a estudantes de nível superior de cursos de outras áreas, nos quais a disciplina é obrigatória, um livro dessa natureza pode ser estruturado de muitas maneiras. Não há uma forma única, privilegiada ou segura pela qual se deva seguir. Sendo assim, a visão crítica e desnaturalizadora acima mencionada aplica-se à própria apresentação da disciplina, que é sempre feita de forma parcial e segundo determinada perspectiva, guiada pelas opções e preferências pessoais e intelectuais dos autores. Nesse sentido, qualquer introdução será sempre uma das muitas possíveis introduções às Ciências Sociais. Por isso, é importante apresentar desde o início as opções fundamentais feitas pelos autores.

    Confira a seguir:

    "Não pretendemos fornecer, num único livro, uma visão abrangente de uma área do conhecimento tão vasta quanto as Ciências Sociais — no Brasil, geralmente são incluídos sob este rótulo disciplinas intimamente relacionadas: Antropologia, Ciência Política e Sociologia. Por outro lado, esperamos que a leitura seja útil mesmo para quem não pretende seguir seus estudos na área. Para tanto, procuramos fugir à tentação de adotar alguns modelos correntes em livros destinados a cursos universitários da área, como, por exemplo, apresentar uma sucessão — sempre necessariamente incompleta — de autores, escolas de pensamento, teorias ou temas. A partir da leitura de um único livro, acreditamos que os alunos, especialmente aqueles que não objetivam tornarem-se cientistas sociais, teriam não apenas uma visão fragmentada das Ciências Sociais como também escassa chance de que sua leitura tivesse algum interesse.
    Em vez de um levantamento enciclopédico e exaustivo de temas, autores, obras e tradições intelectuais, o que se pretende é sensibilizar o aluno para o que poderíamos chamar de “perspectiva sociológica”, ou “olhar sociológico”. Se isso for minimamente alcançado, o livro terá cumprido seu papel.
    Vários autores considerados “clássicos” da tradição das Ciências Sociais estão presentes neste livro, bem como teorias e temas que lhes são característicos, mas o objetivo principal, repetimos, é menos organizá-los num esquema histórico, tipológico ou temático das Ciências Sociais do que usá-los como forma de ajudar os leitores a terem uma visão crítica, desnaturalizadora e sociologicamente informada de aspectos importantes do mundo em que vivem.
    O livro está organizado em torno de algumas questões centrais da tradição das Ciências Sociais. Pretendemos que o leitor possa começar a exercitar uma reflexão pessoal sobre essas questões, e que as reconheça em questões debatidas na atualidade e em sua vida cotidiana."

    Aos professores que pretendem adotar a obra, os autores deixam algumas observações, conforme a seguir:

    "A utilização do livro em cursos será enriquecida pela leitura prévia, pelos alunos, de textos originais de autores “clássicos” das Ciências Sociais, indicados no livro, e que devem ser discutidos em sala de aula. Além disso, o diálogo com os alunos poderá ser estimulado pela discussão de pequenos textos relacionados ao tema da aula, como trechos de obras artísticas, literárias ou notícias de jornal.
    Deve-se buscar sempre a participação ativa dos alunos, que podem ser responsáveis por pequenas exposições sobre temas, textos ou filmes selecionados contra o pano de fundo dos textos lidos e discutidos durante o curso. É importante, no entanto, que o professor oriente os alunos sobre como as exposições devem ser feitas, bem como as acompanhe e discuta depois de terminadas.
    O professor deve contextualizar cada aula no plano geral de estudos e aprofundar seu conteúdo. Deve também sentir-se estimulado a propor perguntas e dar sugestões adicionais para leitura, pesquisa ou reflexão, bem como levantar exemplos relacionados ao contexto mais imediato da vida dos alunos."

    Introdução às ciências sociais

    Celso Castro e Julia O'Donnell

    Impresso | R$49

    Ebook | R$35

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques em 04/12/2014 - 10:14

    Com o objetivo de promover um diálogo produtivo entre discussões da historiografia e do ensino de história, lançamos o livro Ensino de história: usos do passado, memória e mídia, organizado pelos professores Marcelo Magalhães, Helenice Rocha, Jayme Fernandes Ribeiro e Alessandra Ciambarella.

    Os autores Temístocles Cezar, Helenice Rocha, Maria Lima, Angela de Castro Gomes, Jayme Fernandes Ribeiro, Aléxia Pádua Franco, Flávia Eloisa Caimi, Júnia Sales Pereira, Alessandra Ciambarella, Eucidio Pimenta Arruda e Rodrigo Bonaldose se debruçam sobre temas originais para pensar o ensino da história como prática social e promovem, nesta obra, um debate entre os antigos e os novos públicos da História, relacionando os usos do passado, as estratégias da memória e as mídias às necessidades da história ensinada em ambiente escolar.

    De acordo com a professora Helenice, uma das organizadoras, "Este livro é resultado da preocupação com os usos e a circulação social da história dentro e fora dos espaços formais, através de objetos culturais e mídias que evocam o passado. Reúne artigos de um conjunto diversificado de estudiosos que historicizam os usos escolares e não escolares do passado."

    Confira um trecho da apresentação:

    "As inter-relações entre o ensino de história e a sociedade são muitas, apontando para diversas direções. O movimento de disseminação do conhecimento histórico, que pode se iniciar no universo da pesquisa e de sua comunicação científica, é interminável. Passa por sua apropriação pela escola e demais instâncias do social e chega ao conjunto de produtos culturais que são apreciados pelos diversos grupos sociais, inclusive pelos pesquisadores, que alimentam, entre outros agentes, o que podemos denominar espiral da cultura histórica, tal como Carlos Vogt propõe para a cultura científica. Estabelecido o paralelo, podemos considerar a existência de diferentes esferas na espiral da cultura histórica de acordo com seus agentes e públicos e suas formas de expressão, passando pela esfera acadêmica, escolar, da divulgação para o público em geral ou mobilizada em reivindicações junto ao Estado estabelecido juridicamente.
    Parte das manifestações da cultura histórica, nessa espiral, chega à aula de história. Nos livros didáticos, em outros recursos que professores buscam e transformam, em objetos que os próprios alunos levam para a aula, como curiosidades ou resultados de pesquisa. Os produtos relacionados com a história são concretizados visando à democratização do conhecimento e ao entretenimento.
    Às vezes, visam trazer histórias ao grande público que funcionam como argumentos em favor de direitos, ou do dever ético de memória.
    Em todos os casos, estabelecem relações entre o passado e o presente, no uso de produtos que evocam o passado.
    Este livro se propõe fazer um passeio por algumas das diferentes alternativas postas na relação entre o ensino de história e outros usos do passado, em especial com os produtos da mídia contemporânea que evocam ou utilizam o passado, entre a história e a memória. Trabalhar com a relação entre passado e presente é um desafio permanente. Se tratamos a história como um diálogo entre eles, como a aula pode ser entendida pelos alunos sem essa dimensão dialógica? Como compreender o passado sem, em nenhum momento, pensarmos as questões do presente? Dessa forma, se partimos da compreensão do passado como algo múltiplo e constantemente reavaliado e reconstruído, inclusive na expressão dos produtos culturais que o evocam, a aula de história também deve ser pensada em sua multiplicidade, em suas inúmeras possibilidades, num diálogo permanente entre o tempo vivido no presente e as diversas formas de apreensão e interpretação do passado, por alunos e professores.
    Nesse sentido, a relação passado–presente condiciona não somente a visão de mundo dos professores de história, mas sobretudo suas práticas de ensino e de pesquisa, suas escolhas teóricas e metodológicas, suas relações no ambiente escolar, enfim, seu cotidiano na sala de aula. Da mesma forma, a escola e suas múltiplas dimensões não se encontram dissociadas das escolhas políticas de quem a constitui, sejam alunos, professores, sociedade, Estado, gestores ou pensadores sobre a educação. Assim, se compreendemos que, para a construção do conhecimento histórico, o tempo presente é um elemento fundamental para a análise que construímos do passado, ele vai atuar também na maneira como os professores vão pensar seu ensino."
    Ensino de história: usos do passado, memória e mídia

    O livro será lançado na Livraria da Travessa, dia 11 de dezembro.  Todos convidados!

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

     

    Ensino de história: usos do passado, memória e mídia

    R$47

  • Postado por editora em Destaques em 26/11/2014 - 16:10

    Continuamos a compartilhar conhecimento!

    O espaço exclusivo para Editoras Parceiras já conta com duas obras da Editora da Universidade Federal de Santa Catarina (EdUFSC)

    A EdUFSC reflete a produção científica, tecnológica e cultural da Universidade e da sociedade, publicando títulos locais, regionais, nacionais e internacionais, sempre identificados pela qualidade e variedade de temas.

    As obras atualmente disponíveis em nosso site refletem essa diversidade de assuntos produzidos com o selo da Editora, que, em breve, terá mais títulos disponíveis nessa seção.

    Um deles traz os detalhes de um curso de engenharia para os calouros. O segundo, apresenta a trajetória da transformação urbanística da cidade de Barcelona, inclusive suas mudanças olímpicas.

    Confira mais detalhes sobre os dois ebooks:

    Introdução à engenharia: conceitos, ferramentas e comportamentos apresenta a engenharia aos novatos dos cursos de forma descontraída e divertida, já começando pelo prefácio da obra. Confira um trecho:

    "Embarcar num veículo em movimento, que já tem uma trajetória antiga e consolidada, que funciona como um sistema bem estruturado, com personagens ocupando suas posições nos assentos, não é tão fácil quanto parece. Filmes de aventura, desenhos animados e jogos raramente espelham algum realismo nas suas fantasiosas cenas de heróis e bandidos saltando de um veículo em movimento para outro.
    Mas na vida real às vezes nem alcançamos o veículo. Quando conseguimos isso, temos dificuldade de nos equilibrar na sua carenagem, ou dentro dele. Quando muito, chegamos e mal-entendemos as regras do jogo, de onde vem o veículo, como ele funciona, para onde vai, quem ou o que o comanda, onde está o manual de operação dos equipamentos de bordo. Enfim, temos de, com rapidez, embarcar, nos desembaraçar dos rituais de chegada, pegar o “jeito da coisa”, entender a linguagem utilizada lá dentro, as relações de forças e começar a colher os frutos da viagem, ou quem sabe até contribuir para corrigir
    o trajeto em curso.
    E no começo nem temos direito a assentos, ficamos pendurados nos estribos, nas cordas de segurança, segurando nas mãos dos mais experientes, tentando seguir algumas instruções e conselhos esparsos
    vindos não se sabe de onde. A cada curva, a cada irregularidade da pista ou mudança de velocidade, rodopiamos feito folhas secas num vendaval.
    Para quem chega, tudo é novo, complexo, mágico. A muito custo, com o tempo, a tempestade acalma, a poeira baixa, as coisas parecem fazer sentido, o novo pouco a pouco começa a ficar familiar. O complexo se transforma em algo instigante, um estímulo ao nosso intelecto, e o que antes parecia mágico revela-se um desafio à espera de solução. Mas nem todos têm a sorte de compreender todo esse  processo a tempo de usufruir os serviços de bordo, os benefícios da aventura ou de se deliciar com a privilegiada paisagem da janela.
    Embarcar num curso de engenharia é quase isso. Tudo já funciona, há regras, técnicas, procedimentos, linguagem própria, posições hierárquicas, história, teorias, conceitos, relações de interesses, enfim,
    um tabuleiro repleto de peças que dançam cumprindo papéis mais ou menos bem definidos. O quadro parece já estar pintado, cristalizado, emoldurado, tudo pronto, e só nos basta apreciá-lo, compreendê-lo, nos maravilhar com o seu esplendor.(...)"

     

    Barcelona: transformação urbanística (1979-1992) apresenta um panorama dos processos de transformação realizados nos bairros da cidade entre 1979 e 1992, período que abrange o restabelecimento da democracia, de 1979 até 1986, quando ocorre a indicação de Barcelona para sediar a Olimpíada de 1992. Confira alguns trechos da obra:

    "Nas singularidades das formas de crescimento urbano, identificam-se distintasmorfologias urbanas, como no distrito daCidade Antiga, onde a estrutura do solo é uma consequência das relações entre os edifícios e os espaços públicos. Ainda hoje, existe o delineamento da via romana que unia o porto ao assentamento de sua fundação. O período medieval reconhece-se na conformação dos sítios, como ruas, vielas, casas-pátio, conjuntos edificados como palácios e igrejas, e nos restos da antiga muralha para a defesa da cidade. A derrubada da muralha, ao longo da primeira metade do século XIX, permitiu o crescimento urbano no sentido mar-montanha, que, do antigo porto, estende-se ocupando a planície barcelonesa até a borda da serra de Collserola. A grande expansão urbana inicia-se na segunda metade do século XVIII, com a construção do Plano Cerdà, proposta pioneira do urbanismo moderno que atinge sua conclusão no fim do século XIX.(...)"  "No livro Geometria i projecte del sòlals orígens de la Barcelona moderna: la Vila de Gràcia (1995), o autor Enric Serra Riera nos dá a conhecer a origem e a evolução de Gràcia diante dos processos de racionalização do solo urbano,
    entre os séculos XVII e XIX. A seguir, apresenta-se, nesta seção, uma síntese que embasa o estudo desse autor: O desenvolvimento urbano em Barcelona a partir do século XIX realiza-se com a abertura
    de vias, passeios e praças. O território é ocupado ao longo do sistema de caminhos que se originam na muralha medieval, ligando a Cidade Antiga às povoações rurais, como o passeio da Catalunha, que surge do antigo caminho marmontanha, definida pela sequência das grandes construções dos conventos e só tratada como passeio no século XVIII (...)"

    Acesse a área dos ebooks da Editora UFSC em  Ebooks Editoras Parceiras.

  • Postado por editora em Atualidades, Destaques, Entrevistas em 25/11/2014 - 11:53

    ??! O Japão fica a um toque do Brasil!

    Devido ao interesse do jovem Alex Hasegawa, abrimos a venda de vários ebooks da Editora FGV na iBooks Store do Japão.

    De acordo com ele, a busca pelo aperfeiçoamento da língua portuguesa entre jovens universitários nascidos no Brasil, que residem no Japão por migração de seus pais, é cada vez maior e a oferta de obras disponíveis por lá, em contrapartida, muito escassa.

     

    "no Japão temos a 2ª maior comunidade brasileira no mundo. Muitos brasileiros estão fazendo faculdades via EAD aqui, mas o nosso grande problema é que viemos ao Japão quando éramos adolescentes e perdemos muito contato com a escola brasileira. Hoje, o grande problema da comunidade no Japão é a língua portuguesa e para quem está fazendo faculdade, os resumos, resenhas e a bendita monografia ou o tcc são os grandes terrores. Um professor amigo no Brasil indicou os seus livros e é muito gratificante para nós termos acesso a eles via e-book. Compartilharei a novidade com meus amigos."

    Alex tem 33 anos, é Bacharel em Teologia pelo Instituto Bíblico Betel Japonês, mora em Chita-gun, Aichi desde a adolescência, é casado e pretende voltar para o Brasil em 2 ou 3 anos para continuar estudando.

     

    quero fazer convalidação do meu Diploma para reconhecer pelo MEC. E fazer depois da convalidação, uma pós-graduação em Filosofia" (já no Brasil).

    Como um bom brasileiro, mesmo que do outro lado do mundo, Alex sente falta do "Calor humano!, comidas típicas, MPB." e deixa um desabafo:

    "Que o Governo Brasileiro olhasse mais para todos os brasileiros no Exterior e nos ajudasse a conseguir bolsas integrais para alguma faculdade via EAD. Pós-graduações, Mestrados, etc.."

     ???? aos nossos livros, Alex!

     

     

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