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  • Postado por editora em Promoções em 15/10/2012 - 16:59

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  • Postado por editora em Atualidades em 08/10/2012 - 17:56

    O Acordo Ortográfico vigora no Brasil desde 2009, mas continua embaralhando a cabeça de muita gente. Este é o último ano da transição: portanto, é bom ficar por dentro das regras. Para facilitar, Daniel Seidl de Moura, da nossa produção editorial, resume os casos de perda de acento – um dos maiores calcanhares de aquiles de quem deseja escrever bem. Vejam como são fáceis de guardar. 

    Perdem o acento:

    Ditongos éi e ói das paroxítonas: ideia, estreia, geleia, plateia, Coreia; eu apoio, eu boio, heroico, joia, Troia.
    Hiatos êe e ôo: leem, veem, creem, deem; voo; abençoo, enjoo, povoo, remoo.
    Palavras que tinham acento diferencial: pára, pêlo, pêra, pólo. Exs.: ele para para respirar, pera; pelo macio; polo industrial. Duas exceções, apenas: continuam as distinções pode (presente) × pôde (passado) e por (preposição) × pôr (verbo).
    ? Nas paroxítonas, os hiatos i e u quando precedidos de ditongo: feiura, maoista, baiuca, bocaiuva.

    Dica de leitura: Comunicação em prosa moderna. O livro foi lançado há mais de 40 anos, está na 27a edição (atualizada em forma e conteúdo) e é um aclamado clássico da Editora FGV. Impresso ou em eBook.
  • Postado por editora em Atualidades, Entrevistas em 03/10/2012 - 18:03

    A Comissão da Verdade e a Lei de Acesso a Informações Públicas estão na pauta do dia: jornais, revistas, TV e internet discutem a decisão de apurar crimes contra os diretos humanos. Fizemos 3 perguntas para a historiadora e diretora da Editora FGV Marieta de Moraes Ferreira, que publicou, no recém-lançado Tempo presente & usos do passado, um artigo comentando os desafios do historiador diante da abertura dessa caixa-preta. Confira:

    1. Para o historiador, o que muda com a instituição da Comissão Nacional da Verdade e a Lei de Acesso a Informações Públicas?

    O historiador do tempo presente lida com a memória viva dos seus contemporâneos e está exposto, por conta disso, a uma pressão social e política inegável. Por exemplo: grupos que viveram eventos traumáticos (como o Holocausto, o governo de Vichy, na França, e as ditaduras na América Latina) pressionam os historiadores no sentido de referendar seu ponto de vista. Demandam uma instrumentalização social da memória ainda não arrefecida, de um passado que havia se transformado em história de forma incompleta.

    Com a divulgação inédita de documentos ultrassecretos, temas ainda não explorados vão surgir, e nada pode ser mais estimulante para um historiador. Porém, é preciso refletir criticamente sobre o envolvimento desses profissionais nessa nova empreitada. A Associação Nacional dos professores de História (Anpuh) entende que a entidade deve, sim, participar diretamente do debate, inclusive indicando alguns de seus associados para integrar a Comissão da Verdade, que vai revisitar e recontar fatos controversos ocorridos durante a ditadura. Por outro lado, outros profissionais de história enxergam um conflito – teórico, metodológico e ético – entre essa participação e o ofício do historiador, que seria colocado como uma espécie de juiz do passado.

    1. Quais são as maiores dificuldades de produzir uma história do presente?

    O período histórico em questão é definido por balizas móveis. Qual deve ser o marco inicial da história de um tempo presente? Para uns, a última grande ruptura; para outros, a época em que vivemos e de que temos lembranças, ou cujas testemunhas ainda Prisioneiros de Auschwitzsão vivas; ou ainda, para citar Hobsbawm, o tempo presente é o período durante o qual se produzem eventos que pressionam o historiador a rever a significação que ele dá ao passado. Acrescente-se ainda o fato de o historiador, nesse caso, ser também testemunho e ator de seu tempo. Ele pode, por exemplo, supervalorizar determinados eventos do presente, por não ter um certo recuo, uma distância crítica.

    Essa peculiaridade, no entanto, não é necessariamente negativa: o novo lugar do  historiador / observador / personagem pode oferecer novos pontos de vista, outras formas de considerar períodos da história, favorecendo novas abordagens. A singularidade do objeto deve nos alertar sobre a necessidade de buscar métodos específicos para temáticas específicas.

    O historiador do tempo presente lida com a memória viva dos seus contemporâneos. Grupos que viveram eventos traumáticos, como o Holocausto e as ditaduras na América Latina, pressionam os historiadores a referendar seu ponto de vista. Demandam uma instrumentalização social da memória ainda não arrefecida, de um passado que havia se transformado em história de forma incompleta"

    3. Quando o estudo da história, tradicionalmente dedicado ao passado, passou a voltar seus olhos também ao presente?

    O século 20 foi especialmente turbulento. As grandes guerras, a Revolução Soviética, as reorganizações da ordem global mudaram radicalmente a forma de compreender o tempo. Passou a haver uma demanda social crescente pelo conhecimento da história recente, e os historiadores confrontaram-se com a necessidade de refletir sobre o momento vivido e os possíveis cenários resultantes. Assim, especialmente depois da II Guerra expressões como histoire du temps présent, contemporary history e Zeitgeschichte foram incorporadas ao vocabulário do historiador.

     

     

  • Postado por editora em Atualidades em 01/10/2012 - 14:45

    Trechos do livro O futuro da Terra, finalista do Prêmio Jabuti na categoria Ciências Naturais:

    A evolução que deve ocorrer é uma evolução ética. No 'antropoceno' há de emergir um novo tipo de humanidade, que rotulei de 'Homo planetaris', para distinguir do Homo sapiens, cuja sapiência nos pôs nessa rota, um pouco antagônica ao funcionamento da natureza e do sistema terrestre. A religião do Homo planetaris é o conhecimento científico.

    Em meados do século, projeta-se que o aumento da temperatura e consequente diminuição da água do solo irão levar a uma gradual substituição da floresta tropical por savanas na Amazônia oriental".

    Carlos Nobre

  • Postado por editora em Promoções em 27/09/2012 - 18:14

    Preparamos um kit especial para as eleições municipais: 30% de desconto na compra dos livros Como o eleitor escolhe seu prefeito e Sistemas eleitorais.

    Os títulos estimulam as reflexões sobre o sistema eleitoral brasileiro, as campanhas municipais e os resultados das urnas, contribuindo para a elaboração de um voto cada vez mais consciente.

     
    Bom voto!

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  • Postado por editora em Atualidades em 27/09/2012 - 16:13

    Confira, na tabela abaixo, os salários de trainees em empresas de pequeno, médio e grande porte:  

    Setor Porte da Empresa Remuneração
    Bens de Consumo Pequena 3,9 mil a 4 mil
    Média 4,2 mil a 4,5 mil
    Grande 4,5 mil a 5,2 mil
    Construção Civil Pequena 3,5 mil a 4 mil
    Média 4 mil a 4,5 mil
    Grande 4,5 mil a 5 mil
    Financeiro Pequena 3,5 mil a 4 mil
    Média 4 mil a 4,3 mil
    Grande 4,3 mil a 5 mil
    Health Pequena 3,7 mil a 4 mil
    Média 4 mil a 4,2 mil
    Grande 4,2 mil a 4,5 mil
    Indústrias Pequena 3 mil a 3,5 mil
    Média 3,5 mil a 3,8 mil
    Grande 3,8 mil a 4,3 mil
    Varejo Pequena 3 mil a 3,2 mil
    Média 3,2 mil a 3,5 mil
    Grande 3,5 mil a 4 mil
    Fonte: Estudo de Remuneração da Page Personnel, publicado pela Exame.com
  • Postado por editora em Atualidades em 26/09/2012 - 12:22

    Trechos do livro O futuro da Terra, finalista do Prêmio Jabuti na categoria Ciências Naturais:

    O principal problema da água é a crise mundial de gestão: má gestão dos recursos hídricos e abordagens que têm produzido desastres e efeitos indiretos, não percebidos ou só percebidos depois de muito tempo.

    O Tietê está tão contaminado, tão poluído, que é impossível tratar essa água para despoluí-la.

    O custo para o tratamento de água tem aumentado astronomicamente. Tenho trabalhado na região metropolitana de São Paulo já faz uns 20 anos, assessorando a Sabesp. Em 1997-1998, o custo era de R$ 35 por mil metros cúbicos. Hoje está em R$ 250 por mil metros cúbicos".

    José Galizia Tundisi

    Ao longo desta semana, vamos destacar fragmentos da obra, organizada por H. Moyses Nussenzveig.

  • Postado por editora em Atualidades em 25/09/2012 - 20:43

    Aos 80 anos, Herch Moyses Nussenzveig concorre ao seu terceiro Prêmio Jabuti. O livro O futuro da Terra, organizado por ele, é um dos finalistas da categoria Ciências Naturais, na 54a edição do prêmio. Reunindo artigos escritos por eminentes cientistas brasileiros, a obra discute origens do aquecimento global, seus impactos na produção de alimentos e energia, as repercussões das mudanças climáticas no país e que medidas devem ser adotadas para mitigar esses efeitos.

    Ao longo desta semana, vamos destacar trechos do livro. Confira:

    Os recursos do planeta estão sendo consumidos numa taxa 20% acima da taxa viável de reposição. Metade dos rios encontra-se gravemente poluída e um quarto dos estoques de peixes já foi dizimado.

    A probabilidade de uma elevação catastrófica de temperatura – acima de 7 graus Celsius, o que tornaria irreconhecível toda a face da Terra – é de 10%.

    Estudos, muitas vezes financiados pela indústria de combustíveis fósseis e políticos por ela sustentados, procuram contestar o aquecimento global, mas a realidade acaba prevalecendo sobre a propaganda".

    H. Moyses Nussenzveig

  • Postado por editora em Entrevistas em 18/09/2012 - 19:32
    Índio Bororo/Hercules Florence

    Índio Bororo/Hercules Florence

    Com a obrigatoriedade do estudo de história e cultura afrobrasileira e indígena na rede de ensino fundamental e médio, os temas tornam-se especialmente atuais e pertinentes. Fizemos três perguntas acerca da importância de construir uma nova visão sobre esses povos para Maria Regina Celestino de Almeida, autora de Os índios na História do Brasil:

    1. Qual a importância da adoção da temática “História e cultura afrobrasileira e indígena” pelas escolas brasileiras? 

    O tema sempre esteve muito fora da nossa historiografia. Os índios e os africanos entram nos livros didáticos como algo à parte: antes da chamada História do Brasil, como povos primitivos; depois, aparecem em condição submissa, de explorados. Eles não são vistos como sujeitos históricos, mas sempre em função dos portugueses. A lei de 2008 pode ser um caminho para corrigirmos essa distorção.

    2. De que forma a lei deve ser colocada em prática?

    Existe o risco de se continuar pensando negros e indígenas sob o ponto de vista exótico. Eles sempre foram, na verdade, objeto de interesse de folcloristas e antropólogos – mas como culturas primitivas, e não como sujeitos históricos. O que é preciso é pensá-los como agentes construtores da nossa sociedade, grupos que tiveram ativa participação econômica e também política na formação do país, com reivindicações próprias, negociando com os poderes instituídos. Acho que esta deve ser a proposta: incluir de fato esses povos na história.

    Escravos/Rugendas

    Escravos/Rugendas

    Os índios e os africanos entram nos livros didáticos sempre como algo à parte: antes da chamada História do Brasil, como povos primitivos; depois, aparecem em condição submissa, de explorados"

    3. A nova medida ajuda a derrubar preconceitos?

    A lei pode ajudar a desconstruir uma série de estereótipos que ainda existem. Quando morei em Manaus, em 1976, por exemplo, fiquei impressionada com o preconceito que existia contra os índios. Quando uma pessoa queria xingar a outra, chamava-a de “índio”. Havia índios destribalizados, que tinham vergonha de se assumir, e se diziam peruanos ou bolivianos. Ainda é muito comum a ideia de que o índio tem que estar isolado, congelado em uma cultura primitiva, sem participar da sociedade. Mas não é assim: eles podem estar no Congresso, com celular e internet, sem perder os vínculos com sua comunidade. A identidade indígena não é, necessariamente, estar de arco e flecha.

    Confira  Os índios na História do Brasil e Geopolítica da África, livros da Coleção de Bolso da Editora FGV.

     

  • Postado por editora em Eventos em 17/09/2012 - 15:56

    Ricardo de Oliveira lança, hoje, Gestão pública: democracia e eficiência. Uma visão prática e política. O livro apresenta, problematiza e propõe soluções para uma série de questões relacionadas à gestão pública, discorrendo sobre o Estado e suas reformas, políticas públicas, gestão para resultados, profissionalização, parcerias, qualidade do gasto e outros temas.

    O autor foi secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos do Espírito Santo (2005-2010); diretor de Planejamento do Inmetro (1994-2005); e, hoje, preside a Empresa de Tecnologia da Prefeitura do Rio de Janeiro (IPLANRIO).

    O lançamento é às 19h, na Livraria da Travessa de Ipanema.Todos convidados!

     

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