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  • Postado por editora em Atualidades em 27/09/2012 - 16:13

    Confira, na tabela abaixo, os salários de trainees em empresas de pequeno, médio e grande porte:  

    Setor Porte da Empresa Remuneração
    Bens de Consumo Pequena 3,9 mil a 4 mil
    Média 4,2 mil a 4,5 mil
    Grande 4,5 mil a 5,2 mil
    Construção Civil Pequena 3,5 mil a 4 mil
    Média 4 mil a 4,5 mil
    Grande 4,5 mil a 5 mil
    Financeiro Pequena 3,5 mil a 4 mil
    Média 4 mil a 4,3 mil
    Grande 4,3 mil a 5 mil
    Health Pequena 3,7 mil a 4 mil
    Média 4 mil a 4,2 mil
    Grande 4,2 mil a 4,5 mil
    Indústrias Pequena 3 mil a 3,5 mil
    Média 3,5 mil a 3,8 mil
    Grande 3,8 mil a 4,3 mil
    Varejo Pequena 3 mil a 3,2 mil
    Média 3,2 mil a 3,5 mil
    Grande 3,5 mil a 4 mil
    Fonte: Estudo de Remuneração da Page Personnel, publicado pela Exame.com
  • Postado por editora em Atualidades em 26/09/2012 - 12:22

    Trechos do livro O futuro da Terra, finalista do Prêmio Jabuti na categoria Ciências Naturais:

    O principal problema da água é a crise mundial de gestão: má gestão dos recursos hídricos e abordagens que têm produzido desastres e efeitos indiretos, não percebidos ou só percebidos depois de muito tempo.

    O Tietê está tão contaminado, tão poluído, que é impossível tratar essa água para despoluí-la.

    O custo para o tratamento de água tem aumentado astronomicamente. Tenho trabalhado na região metropolitana de São Paulo já faz uns 20 anos, assessorando a Sabesp. Em 1997-1998, o custo era de R$ 35 por mil metros cúbicos. Hoje está em R$ 250 por mil metros cúbicos".

    José Galizia Tundisi

    Ao longo desta semana, vamos destacar fragmentos da obra, organizada por H. Moyses Nussenzveig.

  • Postado por editora em Atualidades em 25/09/2012 - 20:43

    Aos 80 anos, Herch Moyses Nussenzveig concorre ao seu terceiro Prêmio Jabuti. O livro O futuro da Terra, organizado por ele, é um dos finalistas da categoria Ciências Naturais, na 54a edição do prêmio. Reunindo artigos escritos por eminentes cientistas brasileiros, a obra discute origens do aquecimento global, seus impactos na produção de alimentos e energia, as repercussões das mudanças climáticas no país e que medidas devem ser adotadas para mitigar esses efeitos.

    Ao longo desta semana, vamos destacar trechos do livro. Confira:

    Os recursos do planeta estão sendo consumidos numa taxa 20% acima da taxa viável de reposição. Metade dos rios encontra-se gravemente poluída e um quarto dos estoques de peixes já foi dizimado.

    A probabilidade de uma elevação catastrófica de temperatura – acima de 7 graus Celsius, o que tornaria irreconhecível toda a face da Terra – é de 10%.

    Estudos, muitas vezes financiados pela indústria de combustíveis fósseis e políticos por ela sustentados, procuram contestar o aquecimento global, mas a realidade acaba prevalecendo sobre a propaganda".

    H. Moyses Nussenzveig

  • Postado por editora em Entrevistas em 18/09/2012 - 19:32
    Índio Bororo/Hercules Florence

    Índio Bororo/Hercules Florence

    Com a obrigatoriedade do estudo de história e cultura afrobrasileira e indígena na rede de ensino fundamental e médio, os temas tornam-se especialmente atuais e pertinentes. Fizemos três perguntas acerca da importância de construir uma nova visão sobre esses povos para Maria Regina Celestino de Almeida, autora de Os índios na História do Brasil:

    1. Qual a importância da adoção da temática “História e cultura afrobrasileira e indígena” pelas escolas brasileiras? 

    O tema sempre esteve muito fora da nossa historiografia. Os índios e os africanos entram nos livros didáticos como algo à parte: antes da chamada História do Brasil, como povos primitivos; depois, aparecem em condição submissa, de explorados. Eles não são vistos como sujeitos históricos, mas sempre em função dos portugueses. A lei de 2008 pode ser um caminho para corrigirmos essa distorção.

    2. De que forma a lei deve ser colocada em prática?

    Existe o risco de se continuar pensando negros e indígenas sob o ponto de vista exótico. Eles sempre foram, na verdade, objeto de interesse de folcloristas e antropólogos – mas como culturas primitivas, e não como sujeitos históricos. O que é preciso é pensá-los como agentes construtores da nossa sociedade, grupos que tiveram ativa participação econômica e também política na formação do país, com reivindicações próprias, negociando com os poderes instituídos. Acho que esta deve ser a proposta: incluir de fato esses povos na história.

    Escravos/Rugendas

    Escravos/Rugendas

    Os índios e os africanos entram nos livros didáticos sempre como algo à parte: antes da chamada História do Brasil, como povos primitivos; depois, aparecem em condição submissa, de explorados"

    3. A nova medida ajuda a derrubar preconceitos?

    A lei pode ajudar a desconstruir uma série de estereótipos que ainda existem. Quando morei em Manaus, em 1976, por exemplo, fiquei impressionada com o preconceito que existia contra os índios. Quando uma pessoa queria xingar a outra, chamava-a de “índio”. Havia índios destribalizados, que tinham vergonha de se assumir, e se diziam peruanos ou bolivianos. Ainda é muito comum a ideia de que o índio tem que estar isolado, congelado em uma cultura primitiva, sem participar da sociedade. Mas não é assim: eles podem estar no Congresso, com celular e internet, sem perder os vínculos com sua comunidade. A identidade indígena não é, necessariamente, estar de arco e flecha.

    Confira  Os índios na História do Brasil e Geopolítica da África, livros da Coleção de Bolso da Editora FGV.

     

  • Postado por editora em Eventos em 17/09/2012 - 15:56

    Ricardo de Oliveira lança, hoje, Gestão pública: democracia e eficiência. Uma visão prática e política. O livro apresenta, problematiza e propõe soluções para uma série de questões relacionadas à gestão pública, discorrendo sobre o Estado e suas reformas, políticas públicas, gestão para resultados, profissionalização, parcerias, qualidade do gasto e outros temas.

    O autor foi secretário de Estado de Gestão e Recursos Humanos do Espírito Santo (2005-2010); diretor de Planejamento do Inmetro (1994-2005); e, hoje, preside a Empresa de Tecnologia da Prefeitura do Rio de Janeiro (IPLANRIO).

    O lançamento é às 19h, na Livraria da Travessa de Ipanema.Todos convidados!

     

  • Postado por editora em Atualidades em 13/09/2012 - 13:48

    Quando a editora criou o Movimento do Bem, em março de 2011, a ideia era colaborar com ONGs por meio da doação de livros. Divulgamos a proposta para nosso mailing e nas redes sociais, mas ainda não tínhamos certeza se as pessoas se interessariam logo de início. Afinal, quando pensamos em doação de livros, logo vêm à cabeça títulos infantis, educativos ou literários; e os que temos para doar são mais ligados a administração – de organizações, tempo, pessoas, dinheiro, comunicação.

    Surpresos, em pouco tempo recebemos dezenas de sugestões por e-mail, twitter e Facebook. A primeira etapa do nosso projeto – identificação de possíveis beneficiados – já estava acontecendo. A segunda era entrar em contato com cada uma das instituições sugeridas e ver se e como podíamos realmente ajudar. “Talvez nossos livros possam ser úteis a projetos que apoiem jovens empreendedores de comunidades carentes”, pensamos.

    Voluntários organizam biblioteca da ONG Guri na Roça

    Logo percebemos que o interesse é muito mais amplo do que imaginávamos. Os livros não são instrumentos valiosos apenas para os jovens atendidos pelas ONGS e empresas, mas também para as equipes que levam adiante os projetos sociais. Felizes, constatamos: as pessoas querem se capacitar para fazer melhor o bem. Gente que estudou muito, gente que não teve tanta oportunidade assim, de metrópoles ou de cidades pequenas: a energia para ajudar o outro está em toda parte.

    Nós nos sentimos felizes por já ter ajudado, à nossa maneira. Principalmente, ficamos animados: queremos colaborar mais. Conhecer outras iniciativas bacanas, pessoas que querem crescer e fazer outras crescerem. Se você conhece alguma ONG que possa se beneficiar com doação de livros da Editora FGV, indique nos comentários.

    Os livros de gestão de ONGs circulam de mão em mão entre os integrantes da nossa equipe. Como não temos muitos recursos para a capacitação dos profissionais, as doações foram muito valiosas" (Luciana Ferreira, coordenadora da ONG Guri na Roça)

    Algumas das ações já contempladas pelo Movimento do Bem:  Programa Shell IniciativaJOVEM, Green Project Awards, Fundação Abrinq, Projeto Qualificar (Rocinha), Associação Redes de Desenvolvimento da Maré, Educap (Complexo do Alemão), Projeto João de Barro (Santa Cruz da Palmeira, SP), Guri na Roça (Jacareí, SP), Grupo de Ação pelo Desenvolvimento e No olhar (ambos no Pará).

  • Postado por editora em Atualidades, Entrevistas em 11/09/2012 - 21:07

    A coluna de hoje do Pedro Doria, do O Globo, sintetiza as principais novidades esperadas para o mercado de livros digitais no Brasil: a chegada da Amazon e outras lojas de eBooks (a da Google e a Apple são outros exemplos) e o lançamento de novos tablets. Não é de hoje que o assunto deixa as editoras em polvorosa. Por aqui, planejamentos, troca de impressões, ideias e opiniões contagiam toda a equipe e tomam conta das conversas – em reuniões, nos e-mails, no cafezinho.

    Desde 2008 temos a nossa Coleção Digital – livros disponibilizados na íntegra em PDF. O tempo passou, a coleção aumentou e os formatos se diversificaram, com a progressiva conversão dos títulos em ePubs e PDFs mais interativos. Caminho longo, e que está só começando. Fizemos 3 perguntas para Marcelo Rocha Pontes, gerente de vendas da editora e uma das pessoas mais envolvidas nesse processo. Confira:

    1. Por enquanto, tablets e livros digitais são uma realidade para poucos. Apesar disso, já é possível ter retorno de investimento e lucro efetivo com a venda de eBooks?

    O interesse das pessoas por eBooks já aumenta em ritmo muito acelerado. Sentimos isso ao fechar as contas, todo mês. É muito animador imaginar que as oportunidades darão um salto entre este segundo semestre de 2012 e o início de 2013. Teremos um divisor de águas, com a oferta de tablets a preços muito mais baixos. E isso é animador para nós, editores (a meta é que, em dois anos, a venda dos digitais represente 40% do nosso faturamento) e também para o consumidor, que encontrará preços cada vez mais atraentes.

    2. Existe uma saída para editoras menores, que não têm estrutura administrativa ou verba para investir em conversão e venda de eBooks?

    Normalmente, a conversão de livros impressos em digitais já é terceirizada. Os custos para um título de 300 páginas costumam variar entre R$ 250 e R$ 1.500, dependendo do fornecedor e da qualidade da transformação feita. Mas o mais complexo é a proteção dos arquivos digitais e sua distribuição. Muitas editoras acadêmicas, por exemplo, não têm sequer e-commerce. A alternativa, então, é fazer parcerias com distribuidores de livros digitais. A mecânica é parecida com a da cadeia de impressos: a editora disponibiliza seus arquivos digitais para uma outra empresa comercializar. É o que faz, por exemplo, a Gato Sabido, loja virtual do mesmo grupo da Xeriph (que, por sua vez, é uma empresa que converte impressos em eBooks). É o que pretendemos fazer por aqui, também: oferecer às editoras com dificuldades em ingressar no mercado digital o serviço de proteção e distribuição de eBooks.

    O que todos querem é: oferecer condições de compra com as quais o consumidor concorde e, ao mesmo tempo, continuar capazes de entregar o produto"

    3. Qual é a maior dificuldade enfrentada por uma editora que ingressa no mercado digital?

    Equalizar os anseios do consumidor e os custos do livro. O que todos querem é: oferecer condições de compra com as quais o consumidor concorde (preço que ele esteja disposto a pagar; produto atraente; etc); e, ao mesmo tempo, continuar capazes de entregar o produto. Afinal, o livro, seja ele digital ou impresso, tem custo de produção (que ainda é bastante alto, diga-se). É preciso fechar as contas da maneira mais justa possível para todos os envolvidos.

    Não podemos pensar com a mesma cabeça dos livros impressos. Ebooks são um produto diferente, e o que antes era visto como “limitações” desse formato pode ser, na verdade, oportunidades. O fato de uma página com muita informação, textos, figuras etc não ficar visualmente interessante na tela de um iPad deve ser um estímulo para buscarmos outras formas de apresentação, mais atraentes, interativas.

    O mercado aos poucos toma consciência disso. Ao mesmo tempo, porém, ainda existe uma cadeia de produção que, para funcionar, precisa ser suprida. Há contas a pagar, há autores que não estão dispostos a abrir mão de seus direitos. Então, o que se busca é um novo formato para equilibrar as variáveis. Aqui na editora, por exemplo, nós procuramos praticar um preço para os eBooks bem abaixo dos impressos – a redução chega a 30%. E estamos trabalhando para que fiquem ainda mais baratos.

     

     

    Arquivos:
  • Postado por editora em Atualidades, Opinião em 11/09/2012 - 17:30

    Luiz Fernando da Silva Pinto, vencedor de 2 prêmios Jabuti e autor do livro O trigo, a água e o sangue, lista algumas definições de estratégia acumuladas ao longo de décadas em sala de aula e no mercado empreendedor.

    Estratégia é...

    ? errar pouco (aluna de MBA em Belém). 

    ? capturar oportunidades, afastar ameaças, sustentar posições conquistadas e neutralizar crises (anônimo americano no pós-guerra).

    ? ver passado, presente e futuro como um só tempo (Peter Drucker).

    ? ter a capacidade de enxergar o futuro (Bill Gates).

    ? não marcar bobeira (malandro carioca).

    ? a arte de conviver com o pior e o melhor cenários (Mario Hernique Simonsen).

    ? agregar valor (Steve Jobs).

    ? a conspiração para o sucesso (Luiz Fernando).

    E para você? O que é estratégia?

  • Postado por editora em Eventos em 03/09/2012 - 19:02

    Boa dica para correr atrás daquela oportunidade dos seus sonhos: começa hoje a FGV Talentos, primeira feira de estágio e trainee da fundação. Empresas como Oi, IBM, Infoglobo, EBX, Itaú, Shell e L'Oréal  participarão com estandes e palestras na nossa sede: Praia de Botafogo, 190.

    Confira a programação e venha nos visitar!

  • Postado por editora em Atualidades em 30/08/2012 - 18:05

    Quais são os estagiários mais bem remunerados do Brasil? Pesquisa Nacional de Bolsa-Auxílio 2012, realizada pelo Núcleo Brasileiro de Estágios, revela a média paga aos estagiários por empresas de pequeno, médio e grande porte. Confira:

    Superior: Média Brasil: R$ 879,14

    1 Economia R$ 1.220,74
    2 Engenharia (todos) R$ 1.127,61
    3 Estatística R$ 1.112,75
    4 Comércio Exterior R$ 1.070,83
    5 Ciências Atuariais R$ 1.065,25
    6 Marketing R$ 1.016,23
    7 Matemática R$ 1.014,50
    8 Química R$ 995,52
    9 Relações Internacionais R$ 991,86
    10 Arquitetura R$ 990,78

     

    Fonte:www.nube.com.br

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